Era uma promessa de 2008 feita pelo secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro. Mas 68 agrupamentos de centros de saúde terão já este ano um nutricionista
Todas as regiões do País vão ter um nutricionista já este ano. A garantia foi dada ao DN por Luís Pisco, o coordenador da Unidade de Missão para os Cuidados de Saúde Primários. O objectivo é contratar um por cada agrupamento de centros de saúde (ACES), que são 68, um objectivo que já tinha sido avançado em 2008 pelo Ministério da Saúde. Actualmente, Portugal tem um quinto dos nutricionistas de que necessita, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
De acordo com dados de 2008 da Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN), apenas existem 75 profissionais nos 346 centros de saúde, quando seriam necessários cerca de 500. De forma a aumentar a capacidade de resposta à população portuguesa - metade tem problemas de excesso de peso e obesidade - o Ministério da Saúde conta integrar pelo menos um nutricionista por ACES em 2009, estando neste momento a tomar posse os directores executivos. O objectivo é alargar o número nos próximos anos", diz Luís Pisco.
"Os nutricionistas vão começar a ser integrados a partir de agora", havendo muitas regiões que não dispõem de apoio destes especialistas. A maior parte dos nutricionistas que trabalham nos cuidados primários estão na região Norte, "havendo grandes carências no Centro, Sul e sobretudo Alentejo", diz Alexandra Bento, a presidente APN. São sobretudo estas regiões que têm de ser reforçadas.
À parte destes especialistas, há objectivos de integrar psicólogos, higienistas, entre outros recursos humanos "escassos e preciosos em unidades de recursos assistenciais partilhados. Depois, os seus serviços serão contratualizados de acordo com as necessidades: em unidades de saúde familiares ou unidades de cuidados na comunidade, por exemplo".
A integração de nutricionistas é considerada essencial para vários especialistas. João Breda, coordenador da Plataforma contra a Obesidade, refere que o número de profissionais tem vindo a aumentar, mas que "ainda é manifestamente insuficiente, tendo em conta que estamos a lutar contra dois grandes problemas de saúde pública: a obesidade e a diabetes".
Em Portugal, mais de metade da população tem excesso de peso, sendo que 14% já é obesa. Recentemente, a Direcção-Geral da Saúde divulgou dados sobre a diabetes, doença que afecta cerca de um milhão de portugueses.
Alexandra Bento afirma que deveria haver pelo menos um nutricionista por centro de saúde. E ressalta a sua importância para "inflectir o aumento da obesidade, prevenindo o aumento de peso e acompanhando os casos de doentes com outros problemas, como a hipertensão arterial".
Em Portugal, há 850 nutricionistas, que trabalham sobretudo no sector privado. Além dos 75 que estão nos cuidados primários, há ainda 52 a exercer em unidades hospitalares (dados de 2007). Alexandra Bento espera que o número de saídas de nutricionistas das universidades duplique nos próximos cinco anos, com a abertura de cursos nos privados.
por DIANA MENDES (DN - 02/04/09)
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
7 pecados de uma dieta - Da Globo
Filme brasileiro...mas em que muito ou até mesmo bastante tem muito a ver com a realidade portuguesa!
Fitoquimicos...
Desde sempre muitos de nós ouvimos dizer que é importante comer fruta e legumes! E realmente são bens essenciais…Essenciais para que possamos ter um aporte suficiente de fitoquímicos!O que são fitoquimicos??
Os fitoquímicos são químicos protectores que existem naturalmente nos alimentos de origem vegetal (apenas nestes alimentos!). Estudos efectuados demonstraram que poderão existir cerca de 100 fitoquímicos diferentes apenas numa dose de vegetais.
Têm sido feitos vários estudos e está cada vez mais confirmado que, as pessoas que têm uma alimentação rica em fruta e legumes, e consequentemente em fitoquímicos, sofrem de menor incidência de várias patologias incluindo doenças cardiovasculares, diabetes e certos tipos de cancro.
Há centenas de fitoquímicos nos alimentos de origem vegetal sendo os mais conhecidos:
- Os Carotenóides – Protegem das doenças cardiovasculares.
- Os Fitoesteróis – Reduzem o colesterol da alimentação e deste modo baixam os níveis de colesterol no sangue.
- O Licopeno – Protegem o nosso organismo de vários tipos de cancros, bem como de doenças cardiovasculares.
- Os Flavonóides – Protegem o nosso organismo da inflamação, das reacções alérgicas e das infecções virais.
- As Isoflavonas - Protegem o organismo contra doenças do coração e possivelmente contra o cancro da mama.
- ……..
As fontes mais ricas destes protectores naturais são os alimentos de origem vegetal não refinados. Quer seja a fruta, os legumes, os cereais integrais, o feijão ou as oleaginosas, estudo após estudo continuam a revelar os benefícios protectores.
E se lhe fosse sugerido um método simples e eficaz para diminuir o seu risco de cancro em 50%?
Devido a vários factores por todo o mundo, o cancro tem-se tornado um dos maiores ladrões da saúde, da felicidade e da própria vida. Mais de 200 estudos científicos importantes, nos últimos 25 anos, mostraram que aqueles que comem mais alimentos de origem vegetal têm cerca de metade das probabilidades de virem a desenvolver ter cancro. O feijão de soja, por exemplo, e os seus derivados, como o tofu e o leite de soja, estão cheios de fitoquímicos protectores (isoflavonas, por exemplo). Estudos sugerem que diminuem o risco de muitos tipos de cancro, incluindo da mama, do cólon, do pulmão e do estômago.
Por exemplo…
Os vegetais de folha verde, como os espinafres, a couve verde escura, a nabiça e a alface verde escura, são ricos em fitoquímicos e antioxidantes. Eles protegem a retina e a córnea dos danos próprios da idade.
A densidade óssea é melhorada pela ingestão destes vegetais, ajudando a prevenir a osteoporose. O seu bom suprimento de vitamina K é uma das razões.
A densidade óssea é melhorada pela ingestão destes vegetais, ajudando a prevenir a osteoporose. O seu bom suprimento de vitamina K é uma das razões.
Os vegetais de folha verde também são uma grande ajuda na prevenção da perda de memória.
Os fitoquímicos encontrados nos cereais integrais, como o trigo, o arroz e a aveia, reduzem o risco de dois dos maiores assassinos do mundo – o cancro e as doenças cardiovasculares. Estes fitoquímicos estão concentrados na fibra e no gérmen – que são removidos no processo de refinamento. Por isso, o trigo refinado tem cerca de 200 a 300 vezes menos destes protectores! Podemos atingir o maior benefício para a saúde escolhendo cereais integrais e arroz integral.
Os fitoquímicos encontrados nos cereais integrais, como o trigo, o arroz e a aveia, reduzem o risco de dois dos maiores assassinos do mundo – o cancro e as doenças cardiovasculares. Estes fitoquímicos estão concentrados na fibra e no gérmen – que são removidos no processo de refinamento. Por isso, o trigo refinado tem cerca de 200 a 300 vezes menos destes protectores! Podemos atingir o maior benefício para a saúde escolhendo cereais integrais e arroz integral.
A melhor estratégia é comer uma grande variedade de frutas, oleaginosas, cereais e vegetais, em vez de isolar apenas alguns. Assim tem se uma alimentação variada, não se enjoa um determinado alimento e obtemos todos os nutrientes e fitoquímicos necessários!
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Fitoquimicos
sábado, 28 de março de 2009
Composição Corporal
Hoje fala-se muito em percentagens de massa gorda, muscular,...
Não há ginásio onde se entre onde não nos falem nesse assunto, as revistas estão repletas de artigos que referem estas percentagens, até em algumas farmácias podemos encontrar balanças onde nas quais podemos saber para além do peso e IMC, qual a nossa composição corporal.
Assim é importante especificar que a massa corporal pode ser quimicamente separada em dois grandes grupos, massa gorda e massa magra (toda a massa livre de gordura).
A avaliação da composição corporal, quando realizada com cuidado poderá ter várias finalidades, desde avaliar a percentagem de gordura num obeso, ou de massa muscular num desportistas, mas também e aqui tem uma grande importância, no diagnóstico de muitas patologias ou que vai proporcionar uma melhor eficiência na intervenção nutricional.
Ao avaliar e acompanhar a longo termo a evolução da composição corporal de uma pessoa conseguimos compreender a evolução das modificações resultantes das várias alterações metabólicas, para além de identificar precocemente os ricos para a saúde associados a níveis excessivamente elevados ou baixos de gordura corporal total, ou caso a alimentação de um individuo melhore, a perda deste tipo de massa e aumento da percentagem de massa livre de gordura.
Os valores de referência para as percentagens de gordura corporal aceites a nível internacional estão na tabela abaixo.
Há que ter em atenção que há vários factores que afectam estas percentagens, como a realização de desporto de alta competição.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Mais um livro interessante!
terça-feira, 24 de março de 2009
Equivalentes de fruta
Diz-se que devemos consumir 2 a 3 peças de fruta por dia...ou segundo a nova roda dos alimentos portuguesa, 3 a 5 porções...Mas o que é isso?
2 morangos ou 3 melancias?
Segundo a roda dos alimentos, cada porção equivale a cerca de 160g de fruta...
Mas se considerarmos que em média uma maçã tem cerca de 140g, ao substituirmos temos:
130g de ameixas frescas (+-2)
140 de cerejas (24)
190g de pessego (1)
200g de pêra (1)
230g de laranja (1)
200g de nêsperas (7)
280g de morangos
130g de Kiwi (1)
120g de banana (1/2)
Estes equivalentes referem-se principalmente ao teor de Hidratos de Carbono.
2 morangos ou 3 melancias?
Segundo a roda dos alimentos, cada porção equivale a cerca de 160g de fruta...
Mas se considerarmos que em média uma maçã tem cerca de 140g, ao substituirmos temos:
130g de ameixas frescas (+-2)
140 de cerejas (24)
190g de pessego (1)
200g de pêra (1)
230g de laranja (1)
200g de nêsperas (7)
280g de morangos
130g de Kiwi (1)
120g de banana (1/2)
Estes equivalentes referem-se principalmente ao teor de Hidratos de Carbono.
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Fruta;
segunda-feira, 23 de março de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Obesidade Infantil
Hoje num dos noticiários da tarde ouvi em forma de noticia o trabalho que coloco abaixo, não poderia deixar de partilhar, uma vez que se refere a algo que cada vez é mais importante na nossa sociedade e sobre a qual todos nós temos algo a fazer, para tentar mudar ou incentivar!
O número de consultas de obesidade pediátrica está a aumentar em Portugal. Mais de metade das crianças que aparecem nas consultas têm menos de dez anos.
O Hospital Amadora-Sintra, em colaboração com o agrupamento escolar da Amadora, realizou um estudo sobre a incidência da obesidade infantil que será amanhã apresentado no 26º Encontro Nacional de Clínica Geral, a decorrer no Tivoli Marina Vilamoura.
“Crianças com excesso de peso aparecem cada vez mais e com menos idade. A epidemia do século XXI alastra-se e, na verdade, é já a partir dos dois anos que os pais começam a levar os filhos à consulta. No entanto, a média de idade dos consultados nos serviços de pediatria ronda os nove anos”, refere Graciete Bragança, pediatra no Hospital Amadora-Sintra e responsável pelo estudo que analisa a obesidade infantil.
Dados que serão amanhã apresentados, indicam que 21 por cento das crianças avaliadas têm excesso de peso e 9,5 por cento são obesas. São os alunos do primeiro ciclo os que apresentam um maior índice de gordura corporal.
O estudo revela ainda que 49 por cento das crianças com excesso de peso ou obesas tem joelho valgo (uma deformidade ortopédica que se caracteriza pelos joelhos curvados para dentro); 25 por cento são insulino-resistentes e 18 por cento tem esteatose hepática (acumulação de gordura no fígado).
Denunciando o risco de persistência deste problema na idade adulta, o estudo comprova que em crianças na fase pré-escolar a incidência em idade mais avançada é de 26 a 41 por cento, sobe na idade escolar para uma prevalência de 42 a 63 por cento e na adolescência tem uma representação de 66 a 78 por cento.
Pais Desatentos
Manuela Ambrósio, médica de família no Centro de Saúde do Entroncamento, afirma que, “na sua maioria, os pais não estão atentos para o excesso de peso dos filhos. Em consultas de rotina, é o médico de família quem identifica a situação.
Em muitos casos, os pais menosprezam o problema e raramente respondem positivamente às recomendações feitas pelo seu médico”. “O excesso de peso representa uma menor qualidade de vida para a criança que se cansa com facilidade, tem dificuldade em mexer-se e apresenta uma baixa auto-estima. Sensibilizar os pais para a prevenção e acção, reforçando as complicações futuras deste problema, é essencial”, conclui a médica de família.
(...)
O número de consultas de obesidade pediátrica está a aumentar em Portugal. Mais de metade das crianças que aparecem nas consultas têm menos de dez anos.
O Hospital Amadora-Sintra, em colaboração com o agrupamento escolar da Amadora, realizou um estudo sobre a incidência da obesidade infantil que será amanhã apresentado no 26º Encontro Nacional de Clínica Geral, a decorrer no Tivoli Marina Vilamoura.
“Crianças com excesso de peso aparecem cada vez mais e com menos idade. A epidemia do século XXI alastra-se e, na verdade, é já a partir dos dois anos que os pais começam a levar os filhos à consulta. No entanto, a média de idade dos consultados nos serviços de pediatria ronda os nove anos”, refere Graciete Bragança, pediatra no Hospital Amadora-Sintra e responsável pelo estudo que analisa a obesidade infantil.
Dados que serão amanhã apresentados, indicam que 21 por cento das crianças avaliadas têm excesso de peso e 9,5 por cento são obesas. São os alunos do primeiro ciclo os que apresentam um maior índice de gordura corporal.
O estudo revela ainda que 49 por cento das crianças com excesso de peso ou obesas tem joelho valgo (uma deformidade ortopédica que se caracteriza pelos joelhos curvados para dentro); 25 por cento são insulino-resistentes e 18 por cento tem esteatose hepática (acumulação de gordura no fígado).
Denunciando o risco de persistência deste problema na idade adulta, o estudo comprova que em crianças na fase pré-escolar a incidência em idade mais avançada é de 26 a 41 por cento, sobe na idade escolar para uma prevalência de 42 a 63 por cento e na adolescência tem uma representação de 66 a 78 por cento.
Pais Desatentos
Manuela Ambrósio, médica de família no Centro de Saúde do Entroncamento, afirma que, “na sua maioria, os pais não estão atentos para o excesso de peso dos filhos. Em consultas de rotina, é o médico de família quem identifica a situação.
Em muitos casos, os pais menosprezam o problema e raramente respondem positivamente às recomendações feitas pelo seu médico”. “O excesso de peso representa uma menor qualidade de vida para a criança que se cansa com facilidade, tem dificuldade em mexer-se e apresenta uma baixa auto-estima. Sensibilizar os pais para a prevenção e acção, reforçando as complicações futuras deste problema, é essencial”, conclui a médica de família.
(...)
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Obesidade
quinta-feira, 19 de março de 2009
Sushi e companhia...

É grande a moda da comida japonesa, não só por cá, mas penso que por várias regiões do globo.
Por isso aqui fica uma pequena listagem com o teor calórico dos pratos consumidos habitualmente nestes estabelecimentos:
sushi de salmão 65 kcal
sushi de atum 45 kcal
sushi de atum gordo (toro) 72 kcal
sushi de pargo (tai) 43 kcal
sashimi de salmão (100 g) 211 kcal
sashimi de atum 146 kcal
tekkamaki (atum) 25 kcal
tekkamaki (pepino) 17 kcal
tempura (uma unidade) 50 kcal
shiitake (100 g) 25 kcal
missoshiru (100 ml) 50 kcal
shoyu (100 ml) 134 kcal
saquê (100 ml) 133 kcal
kani (unidade) 20 kcal
Por isso aqui fica uma pequena listagem com o teor calórico dos pratos consumidos habitualmente nestes estabelecimentos:
sushi de salmão 65 kcal
sushi de atum 45 kcal
sushi de atum gordo (toro) 72 kcal
sushi de pargo (tai) 43 kcal
sashimi de salmão (100 g) 211 kcal
sashimi de atum 146 kcal
tekkamaki (atum) 25 kcal
tekkamaki (pepino) 17 kcal
tempura (uma unidade) 50 kcal
shiitake (100 g) 25 kcal
missoshiru (100 ml) 50 kcal
shoyu (100 ml) 134 kcal
saquê (100 ml) 133 kcal
kani (unidade) 20 kcal
...e as festas?
Perguntavam-me ontem como faço com as festas...As festas são para ser gozadas, e não para estar a contar calorias atrás de calorias...Não nos devemos preocupar demasiado com uma festa ocasional...o problema é quando o ocasional se torna diário!
É claro que as tradicionais comidas de festas, são extremamente ricas em hidratos de carbono simples e gorduras, muitas vezes saturadas ou trans, o que nos deixa com uma grande vontade de comer (não, não é fome!).
Assim, antes de chegar à festa, por exemplo ao sair de casa, nada como comer um iogurte, uma fatia de pão com queijo ou fiambre, umas tostas, etc.
Assim, para além de não chegarmos a um local onde tudo nos salta aos olhos e que vamos ter vontade de comer, ainda se reduz a velocidade de absorção do álcool. Certo?
Já agora, no dia seguinte...uma bela caminhada, ajuda a "queimar" as calorias ingeridas em excesso!
Importante: Não passar fome no dia seguinte! Não é assim que se consegue manter uma vida saudável!
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Festas
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