Esta semana recebi uma mensagem à qual achei piada e que não resisti a colocar aqui.
Quem ma enviou foi a Joana, uma senhora que não conheço pessoalmente, mas com a qual há uns meses tenho trocado umas impressão via mail.
Esta semana após lhe ter enviado um mail basicamente para sabe como a Joana estava...enviou-me como resposta o que coloco abaixo...
O que está escrito em si não é muito importante...mas a motivação que a Joana tem ganho nos últimos tempos é fascinante! E algo que eu gostaria de partilhar!
"Olá Inês... ando muito atarefada... o que acaba por me distrair... já estou a tomar o magnesio e parece que ando menos descompensada :) Como ás vezes continuo a cometer os meus pecadinhos alimentares, optei por me vingar no exercício físico que estou a adorar e a viciar-me, não noto grande diferença de peso já perdi o tal kilito que me tinha "descompensado" o cérebro :) mas onde noto muita diferença é no corpo em geral (não abano tanto) estou mais tonificada... mais riginha, já não me canso com facilidade, respiro melhor, durmo melhor... logo o meu humor está melhor. Acho que o truque está na persistência e na paciência... agora já percebo isso."
Tal como eu fiz sublinhar no texto da Joana, o mais importante não é a rapidez...mas sim a paciência e a persistência!
Há que fazer notar que a Joana tem mais uns "kilitos" do que o que refere no texto para perder...mas já ganhou força de vontade e acima de tudo, já percebeu a importância que a mudança na alimentação e a actividade física têm em todo este processo de perda de peso...ou melhor gordura!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Suplementos Alimentares...

Cada vez mais nos habituamos a utilizar suplementos alimentares, seja para o que for, quer seja por uma carência, quer seja para reforço.
Estão facilmente ao nosso alcance, em qualquer farmácia, parafarmácia ou ervanária e por vezes esta facilidade de obtenção, leva-nos a pensar que estes produtos são isentos de qualquer risco...
No entanto, em Portugal e ao contrário do que acontece nos EUA, não existe nenhuma entidade que certifique a segurança e eficácia dos suplementos, bem como os padrões de potência e dosagem.
Não são feitos estudos cuidados sobre a eficácia dos suplementos, nem existe uma autorização de venda, tal como acontece com os medicamentos.
Ao tomar qualquer tipo de suplementos nunca nos podemos esquecer da possível interacção que estes possam ter com medicação, doenças cardiovasculares, perda ou ganho de peso, ou até a presença de substâncias proibidas nos suplementos para desportistas.
Assim nunca esquecer verificar se está presente no rótulo:
- Menção da designação dos nutrientes ou substâncias que caracterizem o produto;
- A dose diária recomendada (DDR) do produto;
- A advertencia de que não deve ser excedida a dose diária recomendada;
- A indicação de que os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variados;
- Uma advertência de que os suplementos alimentares devem ser guardados fora do alcance de crianças.
de 28 de Junho:
Um regime alimentar adequado e variado, em circunstâncias normais, fornece a um ser humano todas as substâncias nutrientes necessárias nas quantidades estabelecidas e recomendadas por dados científicos ao seu bom desenvolvimento e à sua manutenção num bom estado de saúde.
Todavia, esta situação ideal não está a ser alcançada em relação a todas as substâncias nutrientes nem a todos os grupos populacionais devido, designadamente, ao estilo de vida.
Os consumidores podem, no entanto, optar por complementar as quantidades ingeridas de algumas substâncias nutrientes através do consumo de suplementos alimentares.
Por isso, tem-se verificado a existência de um número crescente de produtos comercializados como géneros alimentícios que constituem uma fonte concentrada de substâncias nutrientes, as quais são apresentadas como complemento aos nutrimentos ingeridos num regime alimentar
normal.
http://dre.pt/pdf1sdip/2003/06/147A00/37243728.PDF
http://dre.pt/pdf1sdip/2007/08/16100/0558405585.PDF
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Recomendação da OMS para a gripe suína
Tendo em conta toda a informação um pouco mediática que corre nos media sobre a epidemia de gripe suina, aqui fica o link da OMS sobre o assunto:
http://www.who.int/csr/disease/swineflu/en/
Assim largam-se os "mediatismos" e fala-se de epidemia a sério!
http://www.who.int/csr/disease/swineflu/en/
Assim largam-se os "mediatismos" e fala-se de epidemia a sério!
Etiquetas:
OMS
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Alimentação em Tempo de Crise
Numa altura em que está na moda falar-se nos jornais, telejornais, revistas e ainda fazerem-se cursos sobre alimentação em tempo de crise, não posso deixar de colocar o link para o "Ponto de Vista" da Professora Paula Pereira sobre o assunto:
http://www.apnea.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=143&Itemid=1
http://www.apnea.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=143&Itemid=1
terça-feira, 28 de abril de 2009
Como compor um prato...
Como deverá ser a composição de um prato??
Aqui fica a resposta neste pequeno filme...
Não significa isto que para mim, em termos de confecção seja a melhor ou mais apetecivel, mas em termos de quantidades e distribuição...fica aqui:
Aqui fica a resposta neste pequeno filme...
Não significa isto que para mim, em termos de confecção seja a melhor ou mais apetecivel, mas em termos de quantidades e distribuição...fica aqui:
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Vamos começar a viver menos?
Decorreu esta semana no Algarve o XXX Congresso Português de Cardiologia...
Apesar de infelizmente não ter conseguido estar presente, fui acompanhando o que se foi debatendo...
No entanto, antes do congresso já muitos números um pouco desastrosos estavam cá fora...
30% das mortes em Portugal devem-se a este tipo de problemas...
42% da população tem hipertensão (estamos no nº 1 do top...para variar).
29% da população portuguesa tem Síndrome Metabólica
por ai fora...
Parece que mesmo neste aspecto temos que ser sempre os MAIORES e nunca os MELHORES!
Pior do que tudo...Começa-se a prever um decréscimo da esperança média de vida!!!
Se anteriormente o grande problema era o tabagismo, hoje em dia cada vez se põe mais a questão do excesso de peso e obesidade, relacionados com uma péssima alimentação, sempre associada a uma ausência de exercício físico, já para não falar de desporto!
Ao ler uma das entrevista feita a um dos organizadores deste congresso, este dizia que o governo tem que investir mais em ginásios (já não foi uma das medidas do passado ano?? o preço do meu manteve-se!), controlar de alguma forma a nossa alimentação (há quanto tempo não está na assembleia o projecto para diminuição de sal no pão?), incentivar a prática de exercício físico (aqui então há muito a fazer!)
Apesar de infelizmente não ter conseguido estar presente, fui acompanhando o que se foi debatendo...
No entanto, antes do congresso já muitos números um pouco desastrosos estavam cá fora...
30% das mortes em Portugal devem-se a este tipo de problemas...
42% da população tem hipertensão (estamos no nº 1 do top...para variar).
29% da população portuguesa tem Síndrome Metabólica
por ai fora...
Parece que mesmo neste aspecto temos que ser sempre os MAIORES e nunca os MELHORES!
Pior do que tudo...Começa-se a prever um decréscimo da esperança média de vida!!!
Se anteriormente o grande problema era o tabagismo, hoje em dia cada vez se põe mais a questão do excesso de peso e obesidade, relacionados com uma péssima alimentação, sempre associada a uma ausência de exercício físico, já para não falar de desporto!
Ao ler uma das entrevista feita a um dos organizadores deste congresso, este dizia que o governo tem que investir mais em ginásios (já não foi uma das medidas do passado ano?? o preço do meu manteve-se!), controlar de alguma forma a nossa alimentação (há quanto tempo não está na assembleia o projecto para diminuição de sal no pão?), incentivar a prática de exercício físico (aqui então há muito a fazer!)
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Five a Day...continuação...

Ontem coloquei o artigo da OMS sobre a importância do consumo de cinco peças de frutas ou vegetais por dia (batata não é vegetal!!!)
No Brasil, tal como em alguns outros países, foi desenvolvido um programa ligado exactamente a este tema, com o nome "5 ao Dia"...onde para além do incentivo ao consumo das ditas 5 porções de fruta/legumes...
Apelam àquilo que eu acho super importante...variar nas cores e assim tornar a alimentação saudável mais apelativa!
Aqui fica a tabela desenvolvida pelos brasileiros...
Temos que ter em conta as devidas diferenças geográficas e de produção alimentar e saber que há alguns alimentos que não entram na nossa dieta habitual, mas as cores estão lá!
domingo, 19 de abril de 2009
Five a Day - OMS/FAO
Porque é que se fala sempre na importância da ingestão regular de frutas e legumes?Quantas peças devemos comer por dia?
Aqui vai uma breve resposta segundo a OMS e a FAO
Baixo consumo de frutas e verduras aumenta o risco de cardiopatias, alguns tipos de cancro e de obesidade
A 9 DE NOVEMBRO DE 2002 – A Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização das Nações Unidas para e Agricultura e Alimentação (FAO) anunciavam uma estratégia integrada para promover um maior consumo de frutas e verduras.
Estima-se que o baixo consumo de frutas e verduras fosse a causa de cerca de 2,7 milhões de mortes por ano e está entre os 10 maiores factores de risco que contribuem para a mortalidade, segundo o World Health Report 2002. O anúncio foi feito no Rio de Janeiro, Brasil, durante a reunião anual do Fórum Global da OMS sobre Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis.
“Há uma forte e crescente evidência de que um consumo suficiente de frutas e verduras ajuda a prevenir muitas doenças e promove a boa saúde, mas uma grande parte da população mundial consome muito pouco,”
Segundo Kraisid Tontisirin, Diretor da Divisão de Alimentos e Nutrição da FAO, “a FAO enfrenta o desafio de aumentar em todo o mundo a consciencialização acerca dos benefícios de um maior consumo de frutas e verduras. Para promover efectivamente um maior consumo de frutas e verduras, é preciso avaliar de maneira mais sistemática a alimentação prevalecente no tocante às implicações para a nutrição e a saúde.”
As doenças não transmissíveis (DNT) são responsáveis por quase 60% das mortes em todo o mundo e 45% da morbilidade global. A alimentação inadequada, juntamente com a inactividade física e o tabaco, estão entre os principais factores de risco preveníveis de DNT. Um consumo diário suficiente de frutas e verduras pode ajudar a prevenir DNT como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, obesidade e certos tipos de cancro.
O esforço conjunto de promoção do consumo de frutas e verduras tem sido desenvolvido no âmbito da Estratégia Global sobre Alimentação, Actividade Física e Saúde.
Nesse esforço participam também em estreita colaboração outros parceiros globais, inclusive organizações nacionais que promovem o consumo de frutas e verduras (como a inicitativa “5-a-day” – UK).
O relatório “Consulta Conjunta de Especialistas da OMS/FAO sobre Alimentação, Nutrição e Prevenção de Doenças Crónicas” recomenda o consumo mínimo de 400g de frutas e verduras por dia (excluindo batatas e outros tubérculos) para a prevenção de doenças crónicas como as doenças cardiovasculares, cancro, diabetes tipo 2 e obesidade.
Segundo as duas organizações, o consumo de uma ampla variedade de frutas e verduras assegura uma dose adequada da maioria dos micronutrientes, fibras e outras substâncias essenciais. O aumento do consumo de frutas e verduras também pode substituir o consumo excessivo de alimentos que contêm muita gordura saturada, açúcar e sal.
Contudo, as informações do banco de dados da FAO indicam que o stock total de frutas e verduras disponível está bem abaixo do consumo mínimo em muitos países, especialmente na Ásia, África e Europa Central e Oriental.
“Apesar dos países em vias de desenvolvimento produzirem grande parte de stock mundial de frutas e verduras, e de serem boas as possibilidades de aumentar a produção nesses países, muitos de seus habitantes não ingerem uma quantidade suficiente. O consumo em geral também é baixo entre os grupos socioeconómicos mais pobres dos países desenvolvidos,” disse o Dr. Puska.
Estima-se que o baixo consumo de frutas e verduras cause cerca de 31% das isquémias cardíacas e 11% dos acidentes cardiovasculares em todo o mundo. A Agência Internacional de Pesquisa sobre Cancro (IARC) da OMS estima que a proporção de cancro prevenível devido ao baixo consumo de frutas e verduras é de 5-12% para todos os casos de cancro e entre 20-30% nos casos de cancro gastrointestinal.
A estratégia conjunta de promoção do consumo de frutas e verduras tem quatro objectivos específicos:
- Aumentar a consciencialização geral acerca da função das frutas e verduras na prevenção de DNT;
- Aumentar o consumo de frutas e verduras mediante acções essenciais nas áreas de saúde pública e agricultura;
- Incentivar e apoiar o desenvolvimento e implantação de programas nacionais de promoção do consumo de frutas e verduras que sejam sustentáveis e envolvam todos os sectores;
- Apoiar a pesquisa em áreas pertinentes e desenvolver os recursos humanos necessários para elaborar e implantar programas de promoção do consumo de frutas e verduras.
Será que estamos no bom caminho?
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Menos Sal...Mais Vida...
Hoje encontrei um recorte do Publico de 5 de Dezembro de 2007.
O titulo é o seguinte:
Vou fazer salientar apenas a parte que se refere ao SAL...
Assim o que o (pequeno) artigo nos diz é o seguinte:
"Um total de cerca de 13,8 milhões de mortes poderiam ser evitadas e muitos milhões de euros seriam poupados até 2015, se se reduzisse o consumo de sal em 15 por cento e se fossem aplicadas medidas de controlo do tabaco. É esta a conclusão de um estudo divulgado hoje por uma equipa da fundação King"s Fund em Londres e que se baseia na luta da Organização Mundial de Saúde (OMS) contra as doenças crónicas.
Reduzindo em 15 por cento o consumo de sal, através de pequenas alterações na alimentação diária, evitar-se-iam 8,5 milhões de mortes por doenças cardiovasculares, respiratórias, cancerígenas ou diabetes, nos 23 países analisados. Mas, segundo o estudo, publicado na revista The Lancet, não basta um esforço individual. É necessário que exista um esforço da parte da indústria alimentar e ainda uma campanha mediática que alerte a comunidade.
"Incitamos a indústria alimentar a trabalhar rapidamente no sentido de reformular os alimentos ricos em gordura, sal e açúcar (...) e a utilizar o poder da publicidade, marketing e promoção no apoio de hábitos saudáveis", apelam os autores do estudo.
À indústria farmacêutica pedem acessibilidade "aos medicamentos genéricos de baixo custo para o tratamento de doenças crónicas de alto risco, especialmente doenças cardiovasculares", e à sociedade em geral aconselham a consciencialização da ameaça destas doenças.
(...)"
Hoje começamos a ver um esforço mesmo a nível governamental para que as quantidades de sal adicionadas a alimentos como o pão sejam reduzidas.
Mas e em nossas casas? Será que a maioria da população portuguesa está sensibilizada para esta necessidade de redução?
E os alimentos produzidos em restaurantes nos quais o pessoal da cozinha não tem nenhuma formação relativamente a alimentação saudável ou até mesmo e apenas no que se trata do sal...
A maioria da população continua a gostar dos alimentos "saborosos" e não deliciosos!
O titulo é o seguinte:
Estudo realizado na Grã-Bretanha revela
Redução de sal e tabaco evitaria 13,8 milhões de mortes até 2015 Vou fazer salientar apenas a parte que se refere ao SAL...
Assim o que o (pequeno) artigo nos diz é o seguinte:
"Um total de cerca de 13,8 milhões de mortes poderiam ser evitadas e muitos milhões de euros seriam poupados até 2015, se se reduzisse o consumo de sal em 15 por cento e se fossem aplicadas medidas de controlo do tabaco. É esta a conclusão de um estudo divulgado hoje por uma equipa da fundação King"s Fund em Londres e que se baseia na luta da Organização Mundial de Saúde (OMS) contra as doenças crónicas.
Reduzindo em 15 por cento o consumo de sal, através de pequenas alterações na alimentação diária, evitar-se-iam 8,5 milhões de mortes por doenças cardiovasculares, respiratórias, cancerígenas ou diabetes, nos 23 países analisados. Mas, segundo o estudo, publicado na revista The Lancet, não basta um esforço individual. É necessário que exista um esforço da parte da indústria alimentar e ainda uma campanha mediática que alerte a comunidade.
"Incitamos a indústria alimentar a trabalhar rapidamente no sentido de reformular os alimentos ricos em gordura, sal e açúcar (...) e a utilizar o poder da publicidade, marketing e promoção no apoio de hábitos saudáveis", apelam os autores do estudo.
À indústria farmacêutica pedem acessibilidade "aos medicamentos genéricos de baixo custo para o tratamento de doenças crónicas de alto risco, especialmente doenças cardiovasculares", e à sociedade em geral aconselham a consciencialização da ameaça destas doenças.
(...)"
Hoje começamos a ver um esforço mesmo a nível governamental para que as quantidades de sal adicionadas a alimentos como o pão sejam reduzidas.
Mas e em nossas casas? Será que a maioria da população portuguesa está sensibilizada para esta necessidade de redução?
E os alimentos produzidos em restaurantes nos quais o pessoal da cozinha não tem nenhuma formação relativamente a alimentação saudável ou até mesmo e apenas no que se trata do sal...
A maioria da população continua a gostar dos alimentos "saborosos" e não deliciosos!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Ténis ou alimentos?

Hoje foi notícia nacional as novas medidas no que respeita aos menus e horários das cantinas escolares propostas pelo Director Geral de Saúde - Dr. Francisco George.
A notícia em si, muitos já devem conhecer, agora a parte mais inacreditável da noticia vem no quadrado em si... Há crianças mal alimentadas, mas com ténis de marca a entrar nas urgências do Hospital Amadora Sintra...
Será que é crise ou será que é a forma como muitas famílias levam a saúde? Muitas vezes passada para um lugar distante da primeira prioridade!
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