Está cada vez mais banalizada a comida Japonesa...o pelo menos o Sushi...
Através deste grupo de pratos aquela alga marinha desidratada que envolve vários Sushis e é ingrediente fundamental para fazer os temakis, chama-se Nori.
Esta alga é uma excelente fonte de iodo, mineral muito importante no funcionamento da tiróide.
É muito rica em carotenos, podendo ter algum efeito protector contra a mutação de certas células cancerígenas.
Apresentam elevado conteúdo proteico, sendo contudo pobres em gordura e calorias. Tem uma composição gelatinosa e um elevado teor de fibras, aumentando assim, o volume das refeições.
Além disso, o consumo regular de algas pode ajudar a combater a anemia, uma vez que ajudam a manter e restabelecer as reservas de ferro.
Contem ainda vitamina A, cálcio, vitaminas B1, B2 e C. Ainda... elimina toxinas, favorece a digestão e activa a circulação sanguínea.
Lactose – é capaz de causar alterações vasculares e assim causar enxaqueca: leite, gelados, queijos, manteiga, creme de leite
Glutamatomonossódico: molho de soja, temperos orientais, etc. O glutamato não é bem metabolizado e pode ser acumulado no sangue, desencadeando alterações vasculares e, como consequência, enxaqueca. Esse assunto tem divergências, mas, por via das dúvidas…
Dicas
- Utilize mais gengibre: pesquisas afirmam que ele bloqueia a síntese de prostaglandina, o que leva à diminuição da dor.
- Substituir o café por chá ou café descafeínado.
- Evitar o consumo de chocolate.
- Ler os rótulos dos alimentos e, aqueles que possuírem na sua composição glutamatomonossódico devem ser evitados.
- Ao beber vinho, intercale com água, pois ela dilui o efeito do álcool.
- Ao comprar carnes frias e enchidos, evitar os fumados, por conterem excesso de nitratos como conservantes.
- Faça as refeições em intervalos regulares e porções pequenas, para evitar a má digestão.
- Procurar evitar os alimentos que causam enxaqueca por um período de 30 dias, desta forma poderá ser identificado o alimento que é a causa da alergia alimentar.
Sopa light bem temperada, refrescante, fantástica para estes dias tórridos de Verão!
Ingredientes (para 8 doses):
1 melão - 1.200 g
1/2 abacaxi médio - 855 g
3 ramos de hortelã - 15 g
1 cebola média - 180 g
2 colheres (sopa) de azeite - 20 g
1 colher (sopa) de farinha de trigo - 7,5 g
1 chávena (chá) de iogurte magro - 240 g
Sal a gosto (pouco!)
Modo de preparação:
Parta o melão ao meio, elimine as sementes e faça gomos, descasque e pique a polpa em pedaços médios. Descasque o abacaxi, elimine a parte central e pique a polpa em pedaços médios. Reserve.
Lave a hortelã. Em seguida, escorra a solução, seque a hortelã com toalha de papel e separe somente as folhas. Reserve.
Descasque a cebola, lave-a, rale e coloque em uma panela. Junte o azeite, leve ao fogo e refogue, mexendo de vez em quando. Acrescente a farinha de trigo e doure-a, sem parar de mexer. Incorpore, sem parar de mexer, 1 chávena de chá de água. Continue a cozinhar, sem parar de mexer, por mais 3 minutos ou até formar um creme ralo.
Adicione o melão, o abacaxi e o sal. Cozinhe, mexendo de vez em quando, durante cerca de 3 minutos. Retire do lume.
Leve ao frigorífico e deixe gelar durante cerca de 1 hora.
No momento de servir transfira as frutas com o creme para o copo do liquidificador e adicione o iogurte e a folhas de hortelã. Bata até a mistura ficar homogénea. Sirva em seguida.
Valor nutricional por porção (cerca de 200g) 105 calorias 19,5 g de carboidratos 2,5 g de proteínas 3 g de gorduras totais (0,5 g de saturada, 2 g de monoinsaturada e 0,5 g de poliinsaturada) 1 mg de colesterol 1,5 g de fibras 0,5 mg de ferro 80 mg de cálcio.
A ASAE considera urgente a criação de um registo nacional de infecções e intoxicações alimentares. Portugal é dos poucos países que não comunica os casos de surto alimentares à União Europeia, apesar de ser obrigatório
O estudo da ASAE diz que é urgente criar um programa nacional de registo de infecções e intoxicações alimentares. Há quatro anos que a declaração destes surtos é obrigatória para todos os países da União Europeia. Portugal é um dos poucos que falha.
O sub-inspector geral da ASAE, Barreto Dias, responsável pela avaliação do risco alimentar, admite que os dados são «escassos».
Falta uma visão global do que se passa no país. Os responsáveis da ASAE sublinham que uma avaliação rigorosa dos riscos alimentares não é possível sem dados credíveis, sendo vital que a informação dispersa seja consultada e tenha um tratamento estatístico.
Sem números de Portugal, a União Europeia conta perto de 6 mil surtos alimentares por ano, que afectam cerca de 50 mil pessoas. Com 46 por cento dos casos, os cozinhados feitos em casa são, curiosamente, os que levantam mais problemas.
O sub-inspector geral da ASAE admite que também os portugueses estão pouco atentos aos perigos dos alimentos consumidos em casa. Ovos, carne e peixe são os produtos que levantam mais cuidados às autoridades de segurança alimentar.
Lembro-me da época em que fiz ballet - 10 anos algumas vezes por semana... No inicio da adolescencia as meninas passaram a usar roupas para "fazer suar". Mas literalmente, porque ao suar, dizia-se que se perdia peso...
É verdade...perde-se água e muita a qual vai ter que ser reposta ou entramos em desidratação.
Metabólicamente o que acontece é a desidratação inibir a mobilização dos triglicéridos existentes nos adipócitos (células gordas). Complementarmente, o aumento da temperatura induzida pelo vestuário desnecessário pode reduzir o quociente respiratório e a correspondente utilização de ácidos gordos para a produção energética (ou seja não há perda de gordura!).
Resumindo e baralhando...era pior a emenda que o soneto!
Durante o exercício...Beber muita água, não é pela desidratação que se chega ao objectivo, mas sim pelo exercício em sim!
“O aumento do consumo de alimentos densamente calóricos mas pobres nutricionalmente, com elevados níveis de açúcar e de gorduras saturadas, conduziu às taxas actuais de obesidade, verificando-se que em algumas regiões do globo aumentaram três vezes mais desde 1980, como são o caso da América do Norte, do Reino Unido, da Europa Oriental, do Médio Oriente, das Ilhas do Pacífico, da Austrália e da China.”“A actividade física é um elemento-chave do dispêndio energético e, portanto, fundamental para o balanço energético e para o controlo de peso. A actividade física reduz o risco de doenças cardiovasculares e diabetes, e traz benefícios substanciais para muitas outras patologias não necessariamente associadas à obesidade. Recomenda-se que os indivíduos efectuem actividade física regular, em níveis adequados, ao longo da vida. A realização de, no mínimo, 30 minutos de actividade física regular, de intensidade moderada, na maioria dos dias da semana, acarreta benefícios para saúde.”
WHO Website: http://www.who.int/dietphysicalactivity/publications/facts/obesity/en/ (Junho, 2006) WHO. Global Strategy on Diet, Physical Activity and Health (2004)
“Os gráficos de crescimento da Organização Mundial de Saúde confirmam que, no geral da população, a média dos padrões de crescimento é semelhante. Com os novos gráficos de crescimento, condições de sub-nutrição, excesso de peso e obesidade e outras condições relacionadas com o crescimento, podem ser detectadas precocemente".
WHO Website: http://www.who.int/nutrition/media_page/en (2006).
Saiu nos jornais na passada semana... E está públicado no site da APN... "(...)O Sr. Secretário de Estado comunicou que o Ministério da Saúde emitiu um parecer positivo para a criação da Ordem dos Nutricionistas, afirmando que é “positivo para o país a criação de uma Ordem dos Nutricionistas”. Manuel Pizarro adiantou ainda que a criação da ordem constitui um “interesse público”, com extrema “importância para o Sistema de Saúde” e para a “segurança dos cidadãos”. A “valorização social da profissão” será garantida com este estatuto.
O processo para regulamentação do Estatuto Profissional do Nutricionista foi enviado para o Presidente da Assembleia da República no início de 2009 pela APN.
Para além desta notícia, o governante reafirmou que espera dotar todos os agrupamentos de centros de saúde (ACES) com pelo menos um Nutricionista, até ao final deste ano. Um objectivo que já tinha sido avançado pelo Ministério da Saúde em 2008."
Muitas vezes pensa-se que para perder 1o Kg num ano é quase uma missão impossível...MAS...
Por vezes basta retirar o refrigerante do lanche, uma tabelete de chocolate, o(s) pacote(s) de açúcar do café,... e já estamos a retirar uma grande quantidade de calorias da alimentação e assim a perder peso!
Como saber o peso que se perde ao retirar apenas um dos alimentos hipercaloricos do dia alimentar?
Fácil...basta dividir-se o valor calórico do alimento por 20 e já está! Por exemplo 1 lata de Coca Cola normal - 137 Kcal. Se dividirmos por 20...temos ao fim de um ano menos 6,85Kg...
Parece pouco...mas...requer tão pouco esforço! É claro que estas contas não são exactas, mas...Vale a pena!
Cada vez é maior o numero de pessoas que procuram a "Pílula Mágica" para a perda de peso...Esta semana, numa raríssima tarde de filmes na televisão portuguesa, apercebi-me que grande parte do tempo dispensado para publicidade nos enormes intervalos, é dedicado a comida com metade da gordura, doces com um quarto dos açucares, e produtos de emagrecimento...Ainda mais impressionada fiquei quando até os alimentos considerados tradicionalmente como excessivamente calóricos para crianças agora já são feitos com metade da gordura...É francamente impressionante como até as crianças de hoje vão crescer com o estigma do "tem metade de ...., por isso é extremamente saudável e faz crescer"!E aprender a comer como deve de ser e começar a fazer exercício físico?Comer um doce uma vez por mês nunca matou ninguém...agora todos os lanches e pequenos almoços é outra conversa!