O British Nutrition Foundation publicou recentemente um Relatório sobre a alimentação tradicional europeia, acompanhado por um conjunto de cartões de receitas.
O trabalho está inserido no projecto PORTFIR (European food information resource network) que visa desenvolver uma rede integrada de informação, criando um banco de dados e fonte global autorizada na área de composição dos alimentos para toda a Europa.
O projecto, coordenado pela Dra. Helena Costa do Departamento de Alimentação e Nutrição do INSA, reuniu uma equipa de investigadores que trabalharam na recolha de diferentes receitas dos 13 paises europeus que participam (Áustria, Bélgica, Bulgária, Dinamarca, Alemanha, Grécia, Islândia, Itália, Lituânia, Polónia, Portugal, Espanha e Turquia).
Desta forma foi possível elaborar o relatório que desenvolve uma síntese da alimentação e das cozinhas destes países, acompanhado com informação referente à História de cada país.
O Relatório examina se os alimentos tradicionais são considerados mais saudáveis do que os modernos, contribuindo para um maior conhecimento do que comemos e como podemos manter uma alimentação saudável.
Os cartões de receitas que acompanham o Relatório reúnem 60 pratos de 13 países diferentes e incluem para além das formas de confeccionar os pratos, os valores energéticos, as calorias, açúcar, etc, permitindo a quem está a cozinhar conhecer os valores de cada alimento e alterar a receita conforme as suas necessidades nutricionais.
http://www.eurofir.net/temp/PublishablespExecSum_yr3_2007.pdf
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Açucar Light - o que é?
Este produto é um adoçante que combina o açucar e o aspartame, e que não é considerado dietético, sendo inclusivamente desaconselhado o seu consumo a diabéticos e fenilcetonúricos),
A sua vantagem é o facto de agradar mais em termos de paladar, para que resiste ao sabor dos adoçantes convencionais, reduzindo 50% das calorias do açucar puro.
A sua ingestão diária aceitável ainda não foi estabelecida, no entanto como contém aspartame, recomenda-se que o seu consumo não exceda as 40mg/ Kg de peso/dia.
A sua vantagem é o facto de agradar mais em termos de paladar, para que resiste ao sabor dos adoçantes convencionais, reduzindo 50% das calorias do açucar puro.
A sua ingestão diária aceitável ainda não foi estabelecida, no entanto como contém aspartame, recomenda-se que o seu consumo não exceda as 40mg/ Kg de peso/dia.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
As regras para a alimentação nas escolas estão mais apertadas, mas nem todas cumprem da mesma maneira - Segundo o I
Poderíamos ter um Jamie Olivier a cozinhar em todas as escolas publicas...mas tal não parece possível...
Bem me lembro na fase do liceu o estigma que era ir almoçar ao refeitório...
Mas pelo menos no passado ano lectivo, o Ministério da Educação regulamentou o tipo de refeições e a sua composição que podem ser servidos nas cantinas escolar.
Retirei a noticia que se segue do Jonal I de hoje...
Boa leitura...
Doze milhões de refeições para alimentar todos os alunos do ensino básico e secundário da região de Lisboa e Vale do Tejo. Esta é a quantidade de sopas, sobremesas, legumes, peixe e carne que as cantinas das escolas públicas serviram no ano lectivo de 2008/09. Zelar pelos bons hábitos alimentares de um batalhão de crianças e adolescentes é tarefa que pais e escolas não podem descurar. O que os mais novos comem determina o que vão ser no futuro e até o seu rendimento escolar. "Uma alimentação regular e equilibrada de três em três horas é fundamental para aumentar a capacidade de concentração das crianças e também ajuda a diminuir os comportamentos agressivos", explica Nuno Nunes, nutricionista do Hospital de São Bernardo, em Setúbal.
É por tudo isto que as regras nas cantinas escolares estão mais apertadas desde 2007, com as normas gerais de alimentação impostas pelo Ministério da Educação (ME) - recomendações que as escolas devem seguir à risca. A tutela garante que a preocupação com a comida nas escolas não é recente. Já vem das décadas de 1970 e 1980, quando foram criados "regulamentos para os bufetes e refeitórios, normas gerais de alimentação, capitações de alimentos de acordo com os grupos etários". Estes documentos "ainda hoje são referências para as escolas", sublinha a tutela, reconhecendo que "alguns alunos tomam uma única refeição quente por dia, a disponibilizada no refeitório da escola".
A ementa semanal de cada escola tem de estar exposta "em lugar bem visível". Fritos só de 15 em 15 dias - e confeccionados com óleo de amendoim. Apesar de o menu estar definido, há situações em que os alunos têm direito a dietas alternativas. Em que casos? Quando houver "prescrição médica" ou "motivos religiosos". Todos os meses as cantinas são obrigadas a servir dois pratos de bacalhau e um de ovos. Semanalmente, deverá figurar na ementa um prato de carne, um de aves, um à base de leguminosas e um de peixe servido à posta.
Os produtos devem chegar às escolas uma vez por semana, no caso de serem servidas 200 ou menos refeições diárias. Já em estabelecimentos maiores, o fornecimento terá de acontecer duas vezes por semana. Quanto ao pessoal de serviço nos refeitórios, cabem-lhes outras tarefas que não servir. O ME recomenda que tentem "fomentar o consumo de sopa e legumes, persuadindo os alunos a colocar nos tabuleiros esses produtos".
Sensibilizar as crianças é, de resto, uma missão difícil. Paula Chouço, da associação de pais do agrupamento de escolas EB2 + 3 de Mora, até acredita que a oferta nas cantinas é "satisfatória". O problema, realça, é conseguir controlar as saídas dos alunos, "quando resolvem comer fora da escola ou trocar o almoço por uma sandes". E esta questão é das que começam em casa. "Cada vez mais, os pais não dialogam nem se preocupam com o que as crianças comem, e esse é o verdadeiro drama", defende.
Nos bufetes, a regra mais importante é complementar em vez de competir com o refeitório. Assim, o espaço deve estar fechado à hora de almoço. As Direcções Regionais de Educação (DRE) até podem autorizar o seu funcionamento nesses horários, desde que forneçam refeições equilibradas. "Copos de leite, sandes de pão escuro e peças de fruta" são alguns dos exemplos apresentados pela tutela.
Rissóis, croquetes, pastéis de bacalhau e "produtos afins"estão na lista negra das escolas. No inventário da comida proibida incluem-se também os pastéis e bolos de massa folhados, as chamuças, os enchidos e outros produtos de charcutaria. Molhos como maionese e ketchup, refrigerantes, gelados de água e compotas com alto teor de açúcar são de evitar. O mesmo se aplica a batatas fritas de pacote, pipocas, fast food ou cerveja sem álcool. Igualmente proibidos estão os chocolates em "embalagens superiores a 50 gramas". O que têm em comum este produtos? Não têm fibras, contêm muito açúcar, gorduras, sódio, corantes, conservantes e edulcorantes.
As regras existem, mas cabe à escola garantir a sua aplicação. O ME garante que são feitas "análises microbiológicas para garantir a segurança alimentar e as boas práticas de higiene e de fabrico, contratualizando o serviço a empresas da especialidade". Contudo, nem todas as escolas funcionam da mesma forma. Helena Rodrigues pertence à associação de pais da Escola Jaime Magalhães Lima e é professora na escola secundária Homem Cristo. As duas escolas funcionam em Aveiro, mas há diferenças substanciais entre a comida que fornecem aos alunos. "A primeira está concessionada e há uma quantidade inimaginável de queixas. A alimentação é má e a direcção da escola sabe disso e tem feito vistorias frequentes. Faltam ingredientes à sopa - que é água - e a comida é, em regra, pouca. As empresas visam o lucro", denuncia. Por isso, defende que "não há nada como a comida ser confeccionada na própria escola", como acontece na Homem Cristo.
Segundo o relatório do ministério sobre a alimentação fornecida nas escolas em 2009, só uma minoria não disponibilizou sopa diariamente aos alunos. No entanto, a esmagadora maioria admitiu oferecer fritos "ocasionalmente" aos alunos, e quase metade disponibiliza sumos naturais nos bufetes. Ainda assim, o ME garante que "as melhorias são notórias".
Com Kátia Catulo
É por tudo isto que as regras nas cantinas escolares estão mais apertadas desde 2007, com as normas gerais de alimentação impostas pelo Ministério da Educação (ME) - recomendações que as escolas devem seguir à risca. A tutela garante que a preocupação com a comida nas escolas não é recente. Já vem das décadas de 1970 e 1980, quando foram criados "regulamentos para os bufetes e refeitórios, normas gerais de alimentação, capitações de alimentos de acordo com os grupos etários". Estes documentos "ainda hoje são referências para as escolas", sublinha a tutela, reconhecendo que "alguns alunos tomam uma única refeição quente por dia, a disponibilizada no refeitório da escola".
A ementa semanal de cada escola tem de estar exposta "em lugar bem visível". Fritos só de 15 em 15 dias - e confeccionados com óleo de amendoim. Apesar de o menu estar definido, há situações em que os alunos têm direito a dietas alternativas. Em que casos? Quando houver "prescrição médica" ou "motivos religiosos". Todos os meses as cantinas são obrigadas a servir dois pratos de bacalhau e um de ovos. Semanalmente, deverá figurar na ementa um prato de carne, um de aves, um à base de leguminosas e um de peixe servido à posta.
Os produtos devem chegar às escolas uma vez por semana, no caso de serem servidas 200 ou menos refeições diárias. Já em estabelecimentos maiores, o fornecimento terá de acontecer duas vezes por semana. Quanto ao pessoal de serviço nos refeitórios, cabem-lhes outras tarefas que não servir. O ME recomenda que tentem "fomentar o consumo de sopa e legumes, persuadindo os alunos a colocar nos tabuleiros esses produtos".
Sensibilizar as crianças é, de resto, uma missão difícil. Paula Chouço, da associação de pais do agrupamento de escolas EB2 + 3 de Mora, até acredita que a oferta nas cantinas é "satisfatória". O problema, realça, é conseguir controlar as saídas dos alunos, "quando resolvem comer fora da escola ou trocar o almoço por uma sandes". E esta questão é das que começam em casa. "Cada vez mais, os pais não dialogam nem se preocupam com o que as crianças comem, e esse é o verdadeiro drama", defende.
Nos bufetes, a regra mais importante é complementar em vez de competir com o refeitório. Assim, o espaço deve estar fechado à hora de almoço. As Direcções Regionais de Educação (DRE) até podem autorizar o seu funcionamento nesses horários, desde que forneçam refeições equilibradas. "Copos de leite, sandes de pão escuro e peças de fruta" são alguns dos exemplos apresentados pela tutela.
Rissóis, croquetes, pastéis de bacalhau e "produtos afins"estão na lista negra das escolas. No inventário da comida proibida incluem-se também os pastéis e bolos de massa folhados, as chamuças, os enchidos e outros produtos de charcutaria. Molhos como maionese e ketchup, refrigerantes, gelados de água e compotas com alto teor de açúcar são de evitar. O mesmo se aplica a batatas fritas de pacote, pipocas, fast food ou cerveja sem álcool. Igualmente proibidos estão os chocolates em "embalagens superiores a 50 gramas". O que têm em comum este produtos? Não têm fibras, contêm muito açúcar, gorduras, sódio, corantes, conservantes e edulcorantes.
As regras existem, mas cabe à escola garantir a sua aplicação. O ME garante que são feitas "análises microbiológicas para garantir a segurança alimentar e as boas práticas de higiene e de fabrico, contratualizando o serviço a empresas da especialidade". Contudo, nem todas as escolas funcionam da mesma forma. Helena Rodrigues pertence à associação de pais da Escola Jaime Magalhães Lima e é professora na escola secundária Homem Cristo. As duas escolas funcionam em Aveiro, mas há diferenças substanciais entre a comida que fornecem aos alunos. "A primeira está concessionada e há uma quantidade inimaginável de queixas. A alimentação é má e a direcção da escola sabe disso e tem feito vistorias frequentes. Faltam ingredientes à sopa - que é água - e a comida é, em regra, pouca. As empresas visam o lucro", denuncia. Por isso, defende que "não há nada como a comida ser confeccionada na própria escola", como acontece na Homem Cristo.
Segundo o relatório do ministério sobre a alimentação fornecida nas escolas em 2009, só uma minoria não disponibilizou sopa diariamente aos alunos. No entanto, a esmagadora maioria admitiu oferecer fritos "ocasionalmente" aos alunos, e quase metade disponibiliza sumos naturais nos bufetes. Ainda assim, o ME garante que "as melhorias são notórias".
Com Kátia Catulo
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Como aumentar o gasto calórico mesmo quando estamos em repouso?
Várias vezes tenho escrito sobre exercício físico e o que se consome em termos de energia durante a prática de exercício físico ou mesmo actividade física.
Mas como "gastar calorias" mesmo quando estamos sentados?
Só existe uma forma - fazer exercício físico com frequência de forma a ganhar massa muscular, ou aumentar a sua percentagem (se diminuirmos a % de gordura poderemos aumentar a % de massa muscular, mantendo o mesmo peso).
A massa muscular é metabólicamente mais activa que a massa gorda, ou seja gasta mais calorias para se manter. Algumas pessoas aumentam o consumo de alimentos e substancias termogénicas (como eu própria ja escrevi aqui no blog), ou seja dessa forma aumenta-se a oxidaçao de gordura e acelera-se o metabolismo. No entanto, os alimentos termogénicos ou os suplementos alimentares ditos termogénicos não substituem a prática regular de actividade física. Ou seja o alimento/suplemento, não substitui a prática de exercício físico, apenas poderá ajudar...
Alimentos termogénicos:
- soja e derivados,
- café,
- gengibre,
- pimenta vermelha,
- guaraná (não o refrigerante, mas o fruto!!!),
- algas,
- sementes integrais - germén de trigo, sementes de linhaça,...
Mas como "gastar calorias" mesmo quando estamos sentados?
Só existe uma forma - fazer exercício físico com frequência de forma a ganhar massa muscular, ou aumentar a sua percentagem (se diminuirmos a % de gordura poderemos aumentar a % de massa muscular, mantendo o mesmo peso).
A massa muscular é metabólicamente mais activa que a massa gorda, ou seja gasta mais calorias para se manter. Algumas pessoas aumentam o consumo de alimentos e substancias termogénicas (como eu própria ja escrevi aqui no blog), ou seja dessa forma aumenta-se a oxidaçao de gordura e acelera-se o metabolismo. No entanto, os alimentos termogénicos ou os suplementos alimentares ditos termogénicos não substituem a prática regular de actividade física. Ou seja o alimento/suplemento, não substitui a prática de exercício físico, apenas poderá ajudar...
Alimentos termogénicos:
- soja e derivados,
- café,
- gengibre,
- pimenta vermelha,
- guaraná (não o refrigerante, mas o fruto!!!),
- algas,
- sementes integrais - germén de trigo, sementes de linhaça,...
sábado, 30 de janeiro de 2010
many of the middle-aged athletes looked much younger than sedentary control subjects of the same age
Uma vez mais, coloco nesta página um artigo do "The New York Times", publicado no dia 27 deste mês.
Desta vez o efeito a nível celular e molecular da prática de exercício físico!
Desta vez o efeito a nível celular e molecular da prática de exercício físico!
Chev Wilkinson/Getty Images
From the first, the scientists noted one aspect of their older runners. It ‘‘was striking,’’ recalls Dr. Christian Werner, an internal-medicine resident at Saarland University Clinic in Homburg, ‘‘to see in our study that many of the middle-aged athletes looked much younger than sedentary control subjects of the same age.’’ Telomeres are tiy caps on the end of DNA strands — the discovery of their function won several scientists the 2009 Nobel Prize in medicine. When cells divide and replicate these long strands of DNA, the telomere cap is snipped, a process that is believed to protect the rest of the DNA but leaves an increasingly abbreviated telomere. Eventually, if a cell’s telomeres become too short, the cell ‘‘either dies or enters a kind of suspended state,’’ says Stephen Roth, an associate professor of kinesiology at the University of Maryland who is studying exercise and telomeres. Most researchers now accept telomere length as a reliable marker of cell age. In general, the shorter the telomere, the functionally older and more tired the cell.
It’s not surprising, then, that the young subjects’ telomeres were about the same length, whether they ran exhaustively or sat around all day. None of them had been on earth long enough for multiple cell divisions to have snipped away at their telomeres. The young never appreciate robust telomere length until they’ve lost it.
When the researchers measured telomeres in the middle-aged subjects, however, the situation was quite different. The sedentary older subjects had telomeres that were on average 40 percent shorter than in the sedentary young subjects, suggesting that the older subjects’ cells were, like them, aging. The runners, on the other hand, had remarkably youthful telomeres, a bit shorter than those in the young runners, but only by about 10 percent. In general, telomere loss was reduced by approximately 75 percent in the aging runners. Or, to put it more succinctly, exercise, Dr. Werner says, ‘‘at the molecular level has an anti-aging effect.’’
There are plenty of reasons to exercise — in this column, I’ve pointed out more than a few — but the effect that regular activity may have on cellular aging could turn out to be the most profound. ‘‘It’s pretty exciting stuff,’’ says Thomas LaRocca, a Ph.D. candidate in the department of integrative physiology at the University of Colorado in Boulder, who has just completed a new study echoing Werner’s findings. In Mr. LaRocca’s work, people were tested both for their V02max — or maximum aerobic capacity, a widely accepted measure of physical fitness — and their white blood cells’ telomere length. In subjects 55 to 72, a higher V02max correlated closely with longer telomeres. The fitter a person was in middle age or onward, the younger their cells.
There are countless unanswered questions about how and why activity affects the DNA. For instance, Dr. Werner found that his older runners had more activity in their telomerase, a cellular enzyme thought to aid in lengthening and protecting telomeres. Exercise may be affecting telomerase activity and not telomeres directly. In addition, Stephen Roth has been measuring telomeres and telomerase activity in a wide variety of tissues in mice and has found, he says, the protective effects from exercise only in some tissues.
Another question is whether we must run 50 miles a week to benefit. The answer ‘‘can only be speculative at the moment,’’ Dr. Werner says, although since he jogs much less than that, he probably joins the rest of us in hoping not. Given his and his colleagues’ data, ‘‘one could speculate,’’ he concludes, ‘‘that any form of intense exercise that is regularly performed over a long period of time’’ will improve ‘‘telomere biology,’’ meaning that with enough activity, each of us could outpace the passing years.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
2010 ENVIRONMENTAL PERFORMANCE INDEX
Não tem muito a ver com alimentação, mas tudo a ver com o ambiente e como tal com o nosso bem estar. A Yale University e a Columbia University, lançaram o Indice de Performance Ambientar 2010.
Portugal está em 19º lugar, com um score de 73 (numa escala de 0 a 100).
Este índice tinha como objectivos a avaliação da Saúde Ambiental e a Vitalidade dos Ecossistemas.
Penso que é importante a leitura dos textos...aqui ficam os linck.
http://epi.yale.edu/
Em especial....
http://epi.yale.edu/file_columns/0000/0008/epi-2010.pdf
Portugal está em 19º lugar, com um score de 73 (numa escala de 0 a 100).
Este índice tinha como objectivos a avaliação da Saúde Ambiental e a Vitalidade dos Ecossistemas.
Penso que é importante a leitura dos textos...aqui ficam os linck.
http://epi.yale.edu/
Em especial....
http://epi.yale.edu/file_columns/0000/0008/epi-2010.pdf
Etiquetas:
Epidemiologia
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Coca-Cola light plus
O lançamento oficial foi na São Paulo Fashion Week, no dia 17 de Janeiro.
A Coca-Cola light plus inova também nas embalagens, com uma versão mais moderna de lata: a sleek de 310 ml, com design especial, mais fino e alongado.
Há quem acredite que os refrigerantes diet, light, zero e as novas águas levemente gaseificadas como H2O, não engordam, porém, mesmo possuindo um baixo teor de açúcar, eles podem influenciar negativamente em uma dieta.
Os problemas dos refrigerantes diet, light, zero e das águas, estão ligados, em geral, ao aumento do consumo de sódio, que oferece riscos para saúde (não podemos esquecer os AVC's e a HTA). Geralmente estes não estão reduzidos na dieta, porque quando se diminui a quantidade de açúcar na produção do refrigerante, é necessário aumentar a quantidade de sódio para compensar o paladar, e o sódio em excesso provoca a famosa retenção de líquidos (que atormenta muitas mulheres), e com isso aumenta o peso, podendo apresentar problemas para saúde do fígado e rins, por exemplo.
Uma dose de refrigerante normal apresenta, em média, 10mg de sódio, enquanto, a opção light varia de
Refrigerante faz mal à saúde?
Refrigerantes devem fazer parte de uma dieta saudável, se for composta por diversos tipos de alimentos, como cereais, frutas, verduras, lacticínios, carnes, pães, em quantidades compatíveis com o gasto calórico da pessoa. O consumo exagerado de refrigerante impede a absorção de algumas vitaminas e minerais, principalmente do cálcio. Quem consome muito refrigerante não tem uma mineralização dos ossos adequada e pode sofrer, facilmente fracturas nos ossos. Mas tudo está ligado à quantidade do que é consumido: beber, sem exageros, não faz mal.
Refrigerante pode viciar?
Os refrigerantes compostos por cafeína tais como à base de cola e guaraná, sim. A cafeína é um estimulante e em contacto com o sódio e o potássio entra ainda mais rápido na corrente sanguínea. Por isso também não é recomendado consumir em horários próximos ao repouso.
Refrigerante ou sumo?
Depende se o sumo é natural ou não. O refrigerante e o sumo artificial são pobres nutricionalmente, sendo então considerados produtos com calorias vazias. Dessa maneira devemos dar preferência aos sumos naturais, que são mais nutritivos e saudáveis e óptimas opções para um lanche.
Um copo de refrigerante possui menos calorias do que um copo de sumo de laranja?
Um copo de refrigerante comum possui em média 85 kcal e um copo de sumo de laranja natural possui cerca de 90 kcal. Porém, é fundamental perceber que um copo de refrigerante não possui nenhum nutriente, apenas calorias e o sumo de laranja possui inúmeras vitaminas e minerais que são fundamentais para o bom funcionamento do organismo, evitando assim doenças relacionadas com a má nutrição (não estou a falar de desnutrição...isso é para outra conversa!).
E quanto aos nutrientes presentes nesta nova Coca-Cola?
A vitamina B3 é essencial para a estrutura e funcionamento da pele. A vitamina B6, por sua vez, é importante para o metabolismo de proteínas e ferro, enquanto a vitamina B12 contribui na formação de células sanguíneas, entre outras funções. O magnésio contribui para a formação da matriz óssea e dental. Já o zinco é essencial para o funcionamento do sistema imunitário.
Existe diferença entre os refrigerantes light e diet?
No caso específico de refrigerantes, não há diferença. Ambos não podem conter açúcar adicionado e este é substituído por adoçantes como o aspartame, o esteviosídeo, a sucralose, o acesulfame K, a sacarina e o ciclamato.
Os refrigerantes causam celulite?
Não há estudos que comprovem a relação entre o aparecimento de celulite e o consumo de refrigerantes, porém sabe-se que numa dieta desequilibrada, o consumo excessivo de açúcares e gorduras, a ingestão insuficiente de água e fibras, o sedentarismo e o factor genético estão relacionados com o aparecimento do problema.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Why does an apple a day keep the doctor away?
Lembro-me de ter visto a frase "an apple a day keep the doctor away" há uns anos na recepção de um hotel junto a uma taça de maçãs deliciosas. Fixei a frase e sempre lhe achei alguma piada...
Agora aqui fica uma possivel resposta!
New research published in the open access journal BMC Microbiology contributes to our understanding of why eating apples is good for you.
Microbiologists from the National Food Institute at the University of Denmark fed rats on a diet that was rich in whole apples, apple juice, purée or pomace, or put them on a control diet. They then analysed the microbial content of the rats' digestive systems to see if eating apples had any impact on the numbers of presumed 'friendly' bacteria in the gut.
"Certain bacteria are believed to be beneficial for digestive health and may influence the risk for cancer. We faced a well-known problem though -- many types of bacteria cannot be easily cultured in the lab," said research leader Professor Tine Rask Licht. The team therefore used genetics instead of culture techniques to examine the microbiology of the intestines. 16S rRNA is a molecule that is only found in bacteria and its make up is unique to each species or strain. "By working out the sequences of 16S rRNA molecules in the rats' intestines and matching these to known bacterial profiles of 16S rRNA, we could determine which microorganisms were abundant in each group of rats," explained Licht.
So what was the verdict? "In our study we found that rats eating a diet high in pectin, a component of dietary fiber in apples, had increased amounts of certain bacteria that may improve intestinal health," said co-researcher Andrea Wilcks. "It seems that when apples are eaten regularly and over a prolonged period of time, these bacteria help produce short-chain fatty acids that provide ideal pH conditions for ensuring a beneficial balance of microorganisms. They also produce a chemical called butyrate, which is an important fuel for the cells of the intestinal wall."
Of course, further research is needed to determine whether the digestive system of humans responds to apples in the same way as rats, but these findings certainly suggest that Europe's favourite fruit has a well-deserved place in our 5-a-day.
Agora aqui fica uma possivel resposta!New research published in the open access journal BMC Microbiology contributes to our understanding of why eating apples is good for you.
Microbiologists from the National Food Institute at the University of Denmark fed rats on a diet that was rich in whole apples, apple juice, purée or pomace, or put them on a control diet. They then analysed the microbial content of the rats' digestive systems to see if eating apples had any impact on the numbers of presumed 'friendly' bacteria in the gut.
"Certain bacteria are believed to be beneficial for digestive health and may influence the risk for cancer. We faced a well-known problem though -- many types of bacteria cannot be easily cultured in the lab," said research leader Professor Tine Rask Licht. The team therefore used genetics instead of culture techniques to examine the microbiology of the intestines. 16S rRNA is a molecule that is only found in bacteria and its make up is unique to each species or strain. "By working out the sequences of 16S rRNA molecules in the rats' intestines and matching these to known bacterial profiles of 16S rRNA, we could determine which microorganisms were abundant in each group of rats," explained Licht.
So what was the verdict? "In our study we found that rats eating a diet high in pectin, a component of dietary fiber in apples, had increased amounts of certain bacteria that may improve intestinal health," said co-researcher Andrea Wilcks. "It seems that when apples are eaten regularly and over a prolonged period of time, these bacteria help produce short-chain fatty acids that provide ideal pH conditions for ensuring a beneficial balance of microorganisms. They also produce a chemical called butyrate, which is an important fuel for the cells of the intestinal wall."
Of course, further research is needed to determine whether the digestive system of humans responds to apples in the same way as rats, but these findings certainly suggest that Europe's favourite fruit has a well-deserved place in our 5-a-day.
Tuesday, January 26, 2010
Copyright © 1995-2009 ScienceDaily LLCterça-feira, 26 de janeiro de 2010
Qual a melhor temperatura de uma bebida durante um treino ou competição??
A temperatura das bebidas tanto em treino, como em competição é algo que deve ser tido em consideração, ao contrário do que acontece frequentemente em que ter água fria, quente ou assim-assim se acha que é indiferente...
Durante a prática de exercício físico, em condições ambientais quentes é preferível consumir bebidas frias - esta consideração é algo natural, uma vez que a ingestão deste liquido servirá para não só para rehidratar, como também para arrefecer o organismo.
Para além disso, geralmente, os atletas e desportistas preferem as bebidas frias por adquirem melhor paladar, aqui referindo-nos a bebidas isotónicas, sendo que a temperatura mais adequada rendará os 5-10ºC.
No entanto a tolerância para consumir bebidas frias, especialmente em maiores quantidades, sem originar distúrbios gastrointestinais tem que ser estudada e verificada por cada um ao longo dos treinos...uma vez que é um factor que difere de individuo para individuo. E que quando não treinada e controlada pode levar a alguns distúrbios gástricos...é como os ténis...convém experimentar antes da prova, se não podem fazer bolhas...
Para além disso, geralmente, os atletas e desportistas preferem as bebidas frias por adquirem melhor paladar, aqui referindo-nos a bebidas isotónicas, sendo que a temperatura mais adequada rendará os 5-10ºC.
No entanto a tolerância para consumir bebidas frias, especialmente em maiores quantidades, sem originar distúrbios gastrointestinais tem que ser estudada e verificada por cada um ao longo dos treinos...uma vez que é um factor que difere de individuo para individuo. E que quando não treinada e controlada pode levar a alguns distúrbios gástricos...é como os ténis...convém experimentar antes da prova, se não podem fazer bolhas...
Agora, será que o contrário também pode ocorrer? Será que eventualmente e em determinadas ocasiões a temperatura das bebidas deverá ser aumentada?
A resposta é sim. Desde que aquecidas, a uma temperatura a que possa ser consumida rapidamente e que esta não retarde o esvaziamento gástrico, nem afecte a termoregulação.
É importante ainda que o aquecimento da bebida traga algum beneficio psicológico ao atleta fatigado num clima frio.
Há ainda artigos que referem os 8 - 14ºC como sendo a temperatura ideal da água durante a prática de exercício físico.
Há ainda artigos que referem os 8 - 14ºC como sendo a temperatura ideal da água durante a prática de exercício físico.
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Agua,
Exercicio Fisico
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
O efeito da apresentação das calorias
Calorie Postings No Match for Holiday Gluttony
Published: January 13, 2010
When a study on New Yorkers’ eating habits was released last week, Mayor Michael R. Bloomberg, city health officials and the report’s authors focused on what appeared to be a triumph of government policy: After the city began requiring restaurant chains to post calories, customers ordered lighter food. But the study also revealed a stronger trend, one that speaks to the weight of human nature: around Thanksgiving and Christmas, New Yorkers seemed to lose all control. Statistically speaking, they pigged out.
The gluttony response detected by the study, which looked only at what New Yorkers were buying from Starbucks, may not surprise people who have eaten their way through Thanksgiving dinners and multiple office parties.
Then there was the New Year’s effect: While the average customer did buy lighter food from Starbucks after the calorie posting law took effect on April 1, 2008, the calorie drop was even greater right after Jan. 1, 2009.
To those with a more psychological than statistical bent, like weight-loss specialists, food industry analysts and, yes, the Starbucks customers who are the guinea pigs in all this, the study sums up the resilience of the human spirit in the face of good government, the persistent urge to eat, drink and be merry, to make New Year’s resolutions and then break them with impunity, and to go on yo-yo diets, despite the best-laid plans of the nanny state.
“I’ve always known that seasonability is more important than anything else,” said Harry Balzer, vice president of the NPD Group, a consumer marketing research company, who has been watching the way people eat for 30 years. “If we did what we say we do, we’d be a thin nation. We like food, and food has a place in our lives at different times in our lives.”
As reliable as, well, winter, spring, summer and fall, the eating season begins at Halloween (soup consumption soars in the fall) and peaks around New Year’s, Mr. Balzer said. The dieting season, he said, begins “sometime after the Super Bowl, and they keep making the Super Bowl later and later,” but people still indulge in chocolate for Valentine’s Day and begin seriously cutting calories only in March, as they contemplate stripping down for summer and beachwear. (The study, conducted by Stanford University researchers, showed the calorie drop occurring before the Super Bowl, suggesting that Starbucks customers do not set their body clocks by the football calendar.)
Starbucks gave the researchers access to millions of receipts encompassing every transaction in New York, Boston and Philadelphia from Jan. 1, 2008, to Feb. 28, 2009.
Before the law took effect, customers buying sandwiches, muffins or other snacks from one of New York City’s 222 Starbucks shops ordered items with roughly the same number of calories as did Starbucks customers in Boston and Philadelphia.
After the law took effect, New York customers ordered 14 percent fewer calories from food than before — either by buying less food or lower-calorie food — and came in below Boston and Philadelphia, where there was no calorie posting. (There was no appreciable reduction in calories from lattes, caramel macchiatos and other drinks, the core of Starbucks’s business. Over all, the average New York customer walked away from the counter with 6 percent fewer calories than before.)
As the year went on, New Yorkers gradually began ordering higher-calorie foods but remained below the other two cities, peaking around Thanksgiving and Christmas. Around Christmas and New Year’s, New Yorkers were once again buying Starbucks food with as many calories as were Philadelphians or Bostonians.
“One interpretation is that it’s the holidays, so you cut yourself some slack and you don’t really worry about it,” said Alan Sorensen, an associate professor of economics and strategic management at Stanford who was a co-author of the study. “Another, given our study design, could be that you just get a different type of customer during the holidays, but I don’t think that’s the explanation. It’s more likely something about consumer psychology.”
To show how ingrained eating habits were, one of his Stanford co-authors, Phillip Leslie, suggested putting the word “calories” into Google Trends, which tracks the words people enter in Google’s search field. Up popped year after year of graphs that looked a lot like the one in the Starbucks study.
“I think it’s hilarious,” Dr. Leslie said. Mr. Balzer, the marketing analyst, noted that similar graphs result from search terms like crockpot, soup and especially recipes.
That pattern can have a long-term impact, said Dr. Marina Kurian, medical director of the New York University program for surgical weight loss. Over the course of a year, she said, people typically gain a pound, despite dieting, and over a decade, that adds up to 10 unwanted pounds.
“We think, maybe wrongly, that we’re going to lose that weight gain by dieting in the new year,” she said.
Starbucks, too, is aware of seasonal imperatives, and so it offers the Pumpkin Spice Latte in the fall, Cranberry Bliss Bar in December and 90-calorie beverages in January, “because customers are thinking about getting the new year off to a good start,” said Sanja Gould, a spokeswoman.
Some customers interviewed at the Starbucks at Broadway and West 95th Street in Manhattan this week said that the calorie postings had changed their buying habits. Others were unmoved.
“Aren’t the holidays like a good way to celebrate gluttony?” asked Erich Fuchs, a consultant to nonprofit groups, sipping a coffee, black, insouciantly. He said he bought Starbucks scones for his partner, but preferred home cooking for himself, and never worried about calorie counts, only portion size.
A friend sitting across from him, Patrick Stucky, nursed a tea and said he never made New Year’s resolutions, explaining, “I think I’m perfect the way I am.”
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