quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vegetais mais bonitos nem sempre são os mais saudáveis

Vegetais mais bonitos nem sempre são os mais saudáveis

Chris Bueno
Especial para o UOL Ciência e Saúde
 
Bananas amarelas e curvas, pepinos lisinhos e verdes, tomates redondos e vermelhos, cenouras sem nenhum defeito. Somente frutas e hortaliças perfeitas podiam ser expostas nas prateleiras dos mercados europeus até o mês passado. Mas, devido à crise econômica, a União Europeia decidiu relaxar seu rigoroso padrão de beleza e aceitar a comercialização de frutas e hortaliças mais "feinhas".

Agora, bananas retas, pepinos tortos, tomates alongados e cenouras com saliências ganham espaço nos mercados e feiras do continente, gerando um pergunta comum entre os consumidores: esses produtos com aparência estranha podem ser consumidos sem prejuízo à saúde? Nutricionistas e agrônomos garantem que sim.

Arquivo Folha Imagem
O formato das frutas e das verduras não interfere na quantidade de nutrientes




"É claro que, quando vamos ao supermercado, queremos os produtos mais bonitos, mas os que fogem a esse padrão de beleza são igualmente saborosos e nutritivos", afirma Arlete Marchi Tavares de Melo, diretora do Centro de Horticultura do Instituto Agronômico de Campinas. "O pepino, por exemplo, é uma hortaliça que entorta com facilidade durante o crescimento. Isso não quer dizer que um fruto torto seja impróprio para consumo, pois não está estragado", cita.

As aparências enganam

Segundo a nutricionista Denise Entrudo Pinto, a aparência de um vegetal não é sinônimo de mais vitaminas. "O que interfere no valor nutricional é o meio de cultivo, o tipo de solo, a quantidade de agrotóxicos e fertilizantes e o modo de preparo", explica.

A nutricionista também alerta para o fato de que nem sempre o mais bonito é o melhor - ou mais saudável. Frutas e hortaliças orgânicas em geral são mais feias por terem o uso de agrotóxicos limitado, o que faz os vegetais sofrerem mais com a ação dos insetos e ganharem uma casca menos atraente.

"Dificilmente você consegue produzir uma hortaliça linda aos olhos sem usar defensivo agrícola. Mas o contrário não é verdadeiro. Às vezes, nem com o uso o produto fica com a aparência desejada", afirma Melo.

A pesquisadora afirma que, mais importante do que valorizar a aparência do produto agrícola, é saber sua procedência. Se a forma de cultivo for adequada, respeitando o limite e o período de carência do uso de agrotóxicos, então não há perigo para o consumo. "É muito importante respeitar esse intervalo de segurança entre a última aplicação e a colheita, para garantir que o alimento colhido não possua resíduos acima do limite máximo permitido", relata.

Como escolher e limpar?

Se as aparências enganam, então como escolher um produto corretamente? "Escolha vegetais frescos, com coloração característica e sem partes amassadas ou furadas", explica Entrudo.

É importante, também, realizar uma boa higienização desses alimentos antes de consumi-los. Isso garante que as impurezas e resíduos sejam retirados. "Lave-os em água corrente, retirando a sujeira com uma escovinha própria. Prepare uma bacia com água clorada e deixe por 20 minutos. O vinagre e sabão não devem ser utilizados para higienização", ensina a nutricionista.

Melhoramento genético

Muitos dos produtos que consumidos hoje são bastante diferentes de como eram em sua origem. Um exemplo disso é o morango, uma frutinha que nascia espontaneamente nas montanhas europeias. Com o começo de seu cultivo por horticultores franceses e ingleses, o morango teve seu tamanho aumentado através do processo de seleção e cruzamento das melhores plantas.

"O melhoramento dos produtos agrícolas é feito há muitos anos, selecionando-se as melhores e mais desejadas características de cada planta e fazendo o cruzamento para obter resultados cada vez melhores", explica Melo.

Atualmente, essa antiga técnica é feita com avançados recursos tecnológicos, proporcionando produção maior, tamanho, qualidade e também maior resistência a pragas e condições climáticas adversas.

O uso de defensivos agrícolas (pesticidas e agrotóxicos) também contribuiu para que muitas das hortaliças e frutas consumidas hoje sejam maiores e mais bonitas do que as de algumas décadas atrás.

Com todos os recursos disponíveis para a alteração genética e o desenvolvimento dos transgênicos, tudo indica que frutas, verduras e legumes ainda vão mudar bastante. Já existem experimentos com morangos que receberam um gene de um peixe do ártico, que ajudaria a frutinha a resistir melhor ao frio. "A tendência, agora, é tentar modificar geneticamente alguns alimentos em algum nutriente para uma função fisiológica específica, com benefícios para a saúde", aponta Melo. Mas tudo isso ainda está em teste.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/08/10/ult4477u1927.jhtm

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Efeitos positivos do consumo de linhaça

 No ultimo ano, a linhaça entrou definitivamente nos estudos científicos e aconselhamento no aconselhamento realizado por nutricionistas.


Esta semente que encontramos em qualquer supermercado ou casa de produtos naturais revela-se extremamente rica, trazendo vários benefícios para a saúde...

Cá vai...

A linhaça é uma semente oleaginosa e classificada como um alimento funcional pelas quantidades de gorduras poliinsaturadas, fibras solúveis e de vitamina E presentes na  sua composição. Os principais componentes da semente e do óleo são os ácidos gordos ómega-3 e ómega-6.

Os estudo publicados realçam as propriedades anti-inflamatórias e regulação do sistema imunitário. Para além disso, é a maior fonte alimentar de lignanas, compostos fitoquímicos que no organismo tomam propriedades idênticas ao estrogénio e que tê propriedades anti-cancerígenas, principalmente em relação ao cancro de mama e  do cólon. Essa substância também tem o poder de diminuir os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM).

Estudos comprovam que a linhaça tem o poder de diminuir a aterosclerose. 
Recentes estudos como o Nurse’s Health Study aplicou um questionário de frequência alimentar durante 10 anos em mulheres, que teve como objectivo analisar a quantidade de gorduras poliinsaturadas que estas ingeriam para associar a ingestão ao risco de Enfarto Agudo do Miocárdio (EAM). Os investigadores encontraram redução de 45% do risco de EAM em mulheres que ingeriram quantidades significantes de ómega 3.  Efeitos similares também foram relatados em homens, aplicando a mesma metodologia, no Health Professional Study, no qual 1% de aumento na ingestão de ómega 3 foi o suficiente para diminuir os ricos de EAM. Nesses dois estudos, a mais baixa ingestão foi de 0,7 a 0,8 g/dia e os mais altos, 1,4 a 1,5 g/dia, respectivamente. Sendo que a ingestão preconizada de 1,0 g/dia.

A linhaça também é rica em vitaminas do complexo B que são importantes no controlo do apetite, na formação das células sanguíneas, na longevidade celular, no sistema nervoso e para o metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e lípidos. 


Contém ainda as vitaminas C e E que são potentes antioxidantes e ainda são ricas em minerais essenciais para a prática de actividade física constante como o ferro, zinco, alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e cálcio.

Portanto, a introdução a linhaça e outros alimentos ricos em ómega 3, tal como peixes de águas frias (salmão, sardinha e atum) na alimentação revela-se de extrema importância.

Estudo: Vinho e chocolate são poderosos contra o cancro - Diário Digital

O vinho tinto e o chocolate amargo são «remédios» poderosos contra o cancro, segundo um estudo apresentado por especialistas numa conferência na Califórnia (oeste dos EUA). «Estamos a classificar os alimentos segundo as suas qualidades anticancerígenas», disse William Li, titular da Fundação Angiogenesis, sediada em Massachusetts (nordeste). «O que comemos é realmente a nossa quimioterapia três vezes por dia», acrescentou.
Os investigadores compararam alguns alimentos com medicamentos utilizados em tratamentos contra o cancro e descobriram que a soja, a salsa, as uvas pretas, morangos, framboesas e outros alimentos são tão ou mais potentes para combater um tumor do que remédios.
Consumidos juntos, esses alimentos revelaram-se ainda mais poderosos no combate às células cancerosas, segundo o estudo.
«Descobrimos que a mãe natureza criou uma grande quantidade de alimentos com propriedades antiangiogénicas», enfatizou Li, referindo-se à capacidade destes alimentos de reduzir a multiplicação de células malignas.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Obrigada!!!!

Faz hoje um ano, postei o primeiro artigo deste blog...

Inicialmente de uma forma tímida fui começando a escrever, desenvolver ideias e pensando e reflectindo sobre alguns assuntos...

Assim só tenho a agradecer aos que têm lido, comentado e seguido o que eu escrevo, pela força que me foram dando para continuar e pelas ideias que me foram dando sobre vários temas!

Um OBRIGADA especial! E, é para continuar!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Relatório sobre a Alimentação Tradicional Europeia

O British Nutrition Foundation publicou recentemente um Relatório sobre a alimentação tradicional europeia, acompanhado por um conjunto de cartões de receitas.
O trabalho está inserido no projecto PORTFIR (European food information resource network) que visa desenvolver uma rede integrada de informação, criando um banco de dados e fonte global autorizada na área de composição dos alimentos para toda a Europa.
O projecto, coordenado pela Dra. Helena Costa do Departamento de Alimentação e Nutrição do INSA, reuniu uma equipa de investigadores que trabalharam na recolha de diferentes receitas dos 13 paises europeus que participam (Áustria, Bélgica, Bulgária, Dinamarca, Alemanha, Grécia, Islândia, Itália, Lituânia, Polónia, Portugal, Espanha e Turquia).
Desta forma foi possível elaborar o relatório que desenvolve uma síntese da alimentação e das cozinhas destes países,  acompanhado com informação referente à História de cada país.
O Relatório examina se os alimentos tradicionais são considerados mais saudáveis do que os modernos, contribuindo para um maior conhecimento do que comemos e como podemos manter uma alimentação saudável.
Os cartões de receitas que acompanham o Relatório reúnem 60 pratos de 13 países diferentes e incluem para além das formas de confeccionar os pratos, os valores energéticos, as calorias, açúcar, etc, permitindo a quem está a cozinhar conhecer os valores de cada alimento e alterar a receita conforme as suas necessidades nutricionais.

http://www.eurofir.net/temp/PublishablespExecSum_yr3_2007.pdf

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Açucar Light - o que é?

Este produto é um adoçante que combina o açucar e o aspartame, e que não é considerado dietético, sendo inclusivamente desaconselhado o seu consumo a diabéticos e fenilcetonúricos),
A sua vantagem é o facto de agradar mais em termos de paladar, para que resiste ao sabor dos adoçantes convencionais, reduzindo 50% das calorias do açucar puro.
A sua ingestão diária aceitável ainda não foi estabelecida, no entanto como contém aspartame, recomenda-se que o seu consumo não exceda as 40mg/ Kg de peso/dia.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

As regras para a alimentação nas escolas estão mais apertadas, mas nem todas cumprem da mesma maneira - Segundo o I

 Poderíamos ter um Jamie Olivier a cozinhar em todas as escolas publicas...mas tal não parece possível...
 Bem me lembro na fase do liceu o estigma que era ir almoçar ao refeitório...

Mas pelo menos no passado ano lectivo, o Ministério da Educação regulamentou o tipo de refeições e a sua composição que podem ser servidos nas cantinas escolar.
Retirei a noticia que se segue do Jonal I de hoje...

Boa leitura...
 
Doze milhões de refeições para alimentar todos os alunos do ensino básico e secundário da região de Lisboa e Vale do Tejo. Esta é a quantidade de sopas, sobremesas, legumes, peixe e carne que as cantinas das escolas públicas serviram no ano lectivo de 2008/09. Zelar pelos bons hábitos alimentares de um batalhão de crianças e adolescentes é tarefa que pais e escolas não podem descurar. O que os mais novos comem determina o que vão ser no futuro e até o seu rendimento escolar. "Uma alimentação regular e equilibrada de três em três horas é fundamental para aumentar a capacidade de concentração das crianças e também ajuda a diminuir os comportamentos agressivos", explica Nuno Nunes, nutricionista do Hospital de São Bernardo, em Setúbal.

É por tudo isto que as regras nas cantinas escolares estão mais apertadas desde 2007, com as normas gerais de alimentação impostas pelo Ministério da Educação (ME) - recomendações que as escolas devem seguir à risca. A tutela garante que a preocupação com a comida nas escolas não é recente. Já vem das décadas de 1970 e 1980, quando foram criados "regulamentos para os bufetes e refeitórios, normas gerais de alimentação, capitações de alimentos de acordo com os grupos etários". Estes documentos "ainda hoje são referências para as escolas", sublinha a tutela, reconhecendo que "alguns alunos tomam uma única refeição quente por dia, a disponibilizada no refeitório da escola".

A ementa semanal de cada escola tem de estar exposta "em lugar bem visível". Fritos só de 15 em 15 dias - e confeccionados com óleo de amendoim. Apesar de o menu estar definido, há situações em que os alunos têm direito a dietas alternativas. Em que casos? Quando houver "prescrição médica" ou "motivos religiosos". Todos os meses as cantinas são obrigadas a servir dois pratos de bacalhau e um de ovos. Semanalmente, deverá figurar na ementa um prato de carne, um de aves, um à base de leguminosas e um de peixe servido à posta.

Os produtos devem chegar às escolas uma vez por semana, no caso de serem servidas 200 ou menos refeições diárias. Já em estabelecimentos maiores, o fornecimento terá de acontecer duas vezes por semana. Quanto ao pessoal de serviço nos refeitórios, cabem-lhes outras tarefas que não servir. O ME recomenda que tentem "fomentar o consumo de sopa e legumes, persuadindo os alunos a colocar nos tabuleiros esses produtos".

Sensibilizar as crianças é, de resto, uma missão difícil. Paula Chouço, da associação de pais do agrupamento de escolas EB2 + 3 de Mora, até acredita que a oferta nas cantinas é "satisfatória". O problema, realça, é conseguir controlar as saídas dos alunos, "quando resolvem comer fora da escola ou trocar o almoço por uma sandes". E esta questão é das que começam em casa. "Cada vez mais, os pais não dialogam nem se preocupam com o que as crianças comem, e esse é o verdadeiro drama", defende.

Nos bufetes, a regra mais importante é complementar em vez de competir com o refeitório. Assim, o espaço deve estar fechado à hora de almoço. As Direcções Regionais de Educação (DRE) até podem autorizar o seu funcionamento nesses horários, desde que forneçam refeições equilibradas. "Copos de leite, sandes de pão escuro e peças de fruta" são alguns dos exemplos apresentados pela tutela.

Rissóis, croquetes, pastéis de bacalhau e "produtos afins"estão na lista negra das escolas. No inventário da comida proibida incluem-se também os pastéis e bolos de massa folhados, as chamuças, os enchidos e outros produtos de charcutaria. Molhos como maionese e ketchup, refrigerantes, gelados de água e compotas com alto teor de açúcar são de evitar. O mesmo se aplica a batatas fritas de pacote, pipocas, fast food ou cerveja sem álcool. Igualmente proibidos estão os chocolates em "embalagens superiores a 50 gramas". O que têm em comum este produtos? Não têm fibras, contêm muito açúcar, gorduras, sódio, corantes, conservantes e edulcorantes.

As regras existem, mas cabe à escola garantir a sua aplicação. O ME garante que são feitas "análises microbiológicas para garantir a segurança alimentar e as boas práticas de higiene e de fabrico, contratualizando o serviço a empresas da especialidade". Contudo, nem todas as escolas funcionam da mesma forma. Helena Rodrigues pertence à associação de pais da Escola Jaime Magalhães Lima e é professora na escola secundária Homem Cristo. As duas escolas funcionam em Aveiro, mas há diferenças substanciais entre a comida que fornecem aos alunos. "A primeira está concessionada e há uma quantidade ini
maginável de queixas. A alimentação é má e a direcção da escola sabe disso e tem feito vistorias frequentes. Faltam ingredientes à sopa - que é água - e a comida é, em regra, pouca. As empresas visam o lucro", denuncia. Por isso, defende que "não há nada como a comida ser confeccionada na própria escola", como acontece na Homem Cristo.
Segundo o relatório do ministério sobre a alimentação fornecida nas escolas em 2009, só uma minoria não disponibilizou sopa diariamente aos alunos. No entanto, a esmagadora maioria admitiu oferecer fritos "ocasionalmente" aos alunos, e quase metade disponibiliza sumos naturais nos bufetes. Ainda assim, o ME garante que "as melhorias são notórias".
Com Kátia Catulo

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Como aumentar o gasto calórico mesmo quando estamos em repouso?

Várias vezes tenho escrito sobre exercício físico e o que se consome em termos de energia durante a prática de exercício físico ou mesmo actividade física.

Mas como "gastar calorias" mesmo quando estamos sentados?

Só existe uma forma - fazer exercício físico com frequência de forma a ganhar massa muscular, ou aumentar a sua percentagem (se diminuirmos a % de gordura poderemos aumentar a % de massa muscular, mantendo o mesmo peso).

A massa muscular é metabólicamente mais activa que a massa gorda, ou seja gasta mais calorias para se manter. Algumas pessoas aumentam o consumo de alimentos e substancias termogénicas (como eu própria ja escrevi aqui no blog), ou seja dessa forma aumenta-se a oxidaçao de gordura e acelera-se o metabolismo. No entanto, os alimentos termogénicos ou os suplementos alimentares ditos termogénicos não substituem a prática regular de actividade física. Ou seja o alimento/suplemento, não substitui a prática de exercício físico, apenas poderá ajudar...

Alimentos termogénicos:
 - soja e derivados,
 - café,
- gengibre,
 - pimenta vermelha,
 - guaraná (não o refrigerante, mas o fruto!!!),
 - algas,
 - sementes integrais - germén de trigo, sementes de linhaça,...

sábado, 30 de janeiro de 2010

many of the middle-aged athletes looked much younger than sedentary control subjects of the same age

Uma vez mais, coloco nesta página um artigo do "The New York Times", publicado no dia 27 deste mês.
Desta vez o efeito a nível celular e molecular da prática de exercício físico!

Chev Wilkinson/Getty Images
 
Recently, scientists in Germany gathered several groups of men and women to look at their cells’ life spans. Some of them were young and sedentary, others middle-aged and sedentary. Two other groups were, to put it mildly, active. The first of these consisted of professional runners in their 20s, most of them on the national track-and-field team, training about 45 miles per week. The last were serious, middle-aged longtime runners, with an average age of   51 and a typical training regimen of 50 miles per week, putting those young 45-mile-per-week sluggards to shame.
From the first, the scientists noted one aspect of their older runners. It ‘‘was striking,’’ recalls Dr. Christian Werner, an internal-medicine resident at Saarland University Clinic in Homburg, ‘‘to see in our study that many of the middle-aged athletes looked much younger than sedentary control subjects of the same age.’’
Even more striking was what was going on beneath those deceptively youthful surfaces. When the scientists examined white blood cells from each of their subjects, they found that the cells in both the active and slothful young adults had similar-size telomeres.
Telomeres are tiy caps on the end of DNA strands — the discovery of their function won several scientists the 2009 Nobel Prize in medicine. When cells divide and replicate these long strands of DNA, the telomere cap is snipped, a process that is believed to protect the rest of the DNA but leaves an increasingly abbreviated telomere. Eventually, if a cell’s telomeres become too short, the cell ‘‘either dies or enters a kind of suspended state,’’ says Stephen Roth, an associate professor of kinesiology at the University of Maryland who is studying exercise and telomeres. Most researchers now accept telomere length as a reliable marker of cell age. In general, the shorter the telomere, the functionally older and more tired the cell.
It’s not surprising, then, that the young subjects’ telomeres were about the same length, whether they ran exhaustively or sat around all day. None of them had been on earth long enough for multiple cell divisions to have snipped away at their telomeres. The young never appreciate robust telomere length until they’ve lost it.
When the researchers measured telomeres in the middle-aged subjects, however, the situation was quite different. The sedentary older subjects had telomeres that were on average 40 percent shorter than in the sedentary young subjects, suggesting that the older subjects’ cells were, like them, aging. The runners, on the other hand, had remarkably youthful telomeres, a bit shorter than those in the young runners, but only by about 10 percent. In general, telomere loss was reduced by approximately 75 percent in the aging runners. Or, to put it more succinctly, exercise, Dr. Werner says, ‘‘at the molecular level has an anti-aging effect.’’
There are plenty of reasons to exercise — in this column, I’ve pointed out more than a few — but the effect that regular activity may have on cellular aging could turn out to be the most profound. ‘‘It’s pretty exciting stuff,’’ says Thomas LaRocca, a Ph.D. candidate in the department of integrative physiology at the University of Colorado in Boulder, who has just completed a new study echoing Werner’s findings. In Mr. LaRocca’s work, people were tested both for their V02max — or maximum aerobic capacity, a widely accepted measure of physical fitness — and their white blood cells’ telomere length. In subjects 55 to 72, a higher V02max correlated closely with longer telomeres. The fitter a person was in middle age or onward, the younger their cells.
There are countless unanswered questions about how and why activity affects the DNA. For instance, Dr. Werner found that his older runners had more activity in their telomerase, a cellular enzyme thought to aid in lengthening and protecting telomeres. Exercise may be affecting telomerase activity and not telomeres directly. In addition, Stephen Roth has been measuring telomeres and telomerase activity in a wide variety of tissues in mice and has found, he says, the protective effects from exercise only in some tissues.
Another question is whether we must run 50 miles a week to benefit. The answer ‘‘can only be speculative at the moment,’’ Dr. Werner says, although since he jogs much less than that, he probably joins the rest of us in hoping not. Given his and his colleagues’ data, ‘‘one could speculate,’’ he concludes, ‘‘that any form of intense exercise that is regularly performed over a long period of time’’ will improve ‘‘telomere biology,’’ meaning that with enough activity, each of us could outpace the passing years.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

2010 ENVIRONMENTAL PERFORMANCE INDEX

Não tem muito a ver com alimentação, mas tudo a ver com o ambiente e como tal com o nosso bem estar. A Yale University e a Columbia University, lançaram o Indice de Performance Ambientar 2010.

Portugal está em 19º lugar, com um score de 73 (numa escala de 0 a 100).
Este índice tinha como objectivos a avaliação da Saúde Ambiental e a Vitalidade dos Ecossistemas.

Penso que é importante a leitura dos textos...aqui ficam os linck.

http://epi.yale.edu/

Em especial....
http://epi.yale.edu/file_columns/0000/0008/epi-2010.pdf