Quantas vezes já pensou que a vitamina C serve apenas para prevenir ou tratar uma gripe???
Não deixa de ser verdade!
No entanto 3g de vitamina C/ dia também ajudam a reduzir os valores de lípidos sanguineos, como o colesterol ou triglicéridos.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Centella Asiatica - Gotu Kola
Há cerca de um mês (que vergonha) pediram-me para escrever sobre a Centella Asiática, também conhecida como Gotu Kola...
Hoje...lá fui eu procurar informação...
Depois de "googlar" onde encontrei milhares de sites a vender o produto como grande anticelulitico...fiz uma pequisa no Pubmed e no Scielo, onde se encontram os artigos científicos de maior relevo e claro passei no famoso Wikipedia...
Aqui fica o que vi...
Na Tailândia copos com folhas de centelha asiática são utilizados como um estimulante da tarde. Uma cocção de sumo das folhas é pensado para aliviar a hipertensão. Um cataplasma das folhas é também usado para tratar feridas abertas.
Richard Lucas afirmou em um livro publicado em 1966 (segunda edição em 1979) que um "Hydrocotyle asiatica menor" subespécies, alegadamente a partir de Sri Lanka também chamado de "Para tieng ti", continha um fator de longevidade chamada "juventude Vitamin X", disse a ser 'um tónico para o cérebro e glândulas endócrinas "e sustentou que os extratos da circulação ajudar a plantar e problemas de pele. No entanto, segundo medicinais herbalist Michael Moore, parece que não há como subespécies e não X vitamina é conhecido por existem.
Vários relatos científicos têm demonstrado capacidade de Centella asiatica para ajudar na cura de feridas, que é responsável pelo seu uso tradicional em hanseníase. Após o tratamento com Centella asiatica, a maturação da cicatriz é estimulado pela produção de colágeno tipo I. O tratamento também resulta em uma diminuição acentuada na produção de reação inflamatória e miofibroblastos.
Os esteróides isolados da planta tem sido usada para tratar a hanseníase. A Centella asiatica é usada para revitalizar o cérebro eo sistema nervoso, aumento capacidade de atenção e concentração, e combater o envelhecimento. Centella asiatica também tem propriedades anti-oxidantes. Ela positiva para a insuficiência venosa. É usada na Tailândia, para a desintoxicação de ópio.
Os seguidores de Sri Sri Thakur Anukulchandra comumente conhecido como Satsangees todo o mundo tome uma ou duas folhas frescas com muita água na parte da manhã, após os rituais da manhã. Este é prescrito por Sri Sri Thakur mesmo.
Hoje...lá fui eu procurar informação...
Depois de "googlar" onde encontrei milhares de sites a vender o produto como grande anticelulitico...fiz uma pequisa no Pubmed e no Scielo, onde se encontram os artigos científicos de maior relevo e claro passei no famoso Wikipedia...
Aqui fica o que vi...
No Wiki...
A centelha asiática é ligeiramente antibacteriana, anti-viral, anti-inflamatória, anti-ulcerogénica, ansiolítica, um tónico cerebral, estimulante circulatório, calmante, diurética e mais umas coisas...
Na Tailândia copos com folhas de centelha asiática são utilizados como um estimulante da tarde. Uma cocção de sumo das folhas é pensado para aliviar a hipertensão. Um cataplasma das folhas é também usado para tratar feridas abertas.
Richard Lucas afirmou em um livro publicado em 1966 (segunda edição em 1979) que um "Hydrocotyle asiatica menor" subespécies, alegadamente a partir de Sri Lanka também chamado de "Para tieng ti", continha um fator de longevidade chamada "juventude Vitamin X", disse a ser 'um tónico para o cérebro e glândulas endócrinas "e sustentou que os extratos da circulação ajudar a plantar e problemas de pele. No entanto, segundo medicinais herbalist Michael Moore, parece que não há como subespécies e não X vitamina é conhecido por existem.
Vários relatos científicos têm demonstrado capacidade de Centella asiatica para ajudar na cura de feridas, que é responsável pelo seu uso tradicional em hanseníase. Após o tratamento com Centella asiatica, a maturação da cicatriz é estimulado pela produção de colágeno tipo I. O tratamento também resulta em uma diminuição acentuada na produção de reação inflamatória e miofibroblastos.
Os esteróides isolados da planta tem sido usada para tratar a hanseníase. A Centella asiatica é usada para revitalizar o cérebro eo sistema nervoso, aumento capacidade de atenção e concentração, e combater o envelhecimento. Centella asiatica também tem propriedades anti-oxidantes. Ela positiva para a insuficiência venosa. É usada na Tailândia, para a desintoxicação de ópio.
Os seguidores de Sri Sri Thakur Anukulchandra comumente conhecido como Satsangees todo o mundo tome uma ou duas folhas frescas com muita água na parte da manhã, após os rituais da manhã. Este é prescrito por Sri Sri Thakur mesmo.
Este é o texto do Wiki...
Agora vamos ver o que há no Pubmed...
Com a pesquisa...Gotu Kola cellulitis...
Temos 2 artigos!!!!!
Morganti P, Fionda A, Elia U, Tiberi L.
J Chromatogr Sci. 1999 Feb;37(2):51-5.PMID: 10065405 begin_of_the_skype_highlighting 10065405 end_of_the_skype_highlighting [PubMed - indexed for MEDLINE]Related citations
Hausen BM.
Contact Dermatitis. 1993 Oct;29(4):175-9.PMID: 8281778 begin_of_the_skype_highlighting 8281778 end_of_the_skype_highlighting [PubMed - indexed for MEDLINE]Related citations
Se a pesquisa for...Gotu Kola...obtemos (agora...) 284 artigos! Todos relacionados com tudo menos celulite...
Se procurarmos Centella Asiatica...obtemos 280...mas que também têm pouco a ver com celulite...
Talvez mais doenças degenerativas...
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Suplementos alimentares, têm mesmo efeito?
É comum quando os meus pacientes vão ter comigo ao consultório na primeira consulta, perguntarem-me se não lhe prescrevo suplementos alimentares. Principalmente quando o objectivo é o emagrecimento rápido.
A minha resposta mais comum, é um NÃO, algo redondo!
Pela minha forma de trabalhar e pela minha filosofia de vida, penso que o importante é ensinar a comer, seja em que caso for, para atingir o peso desejado, para melhorar determinados parâmetros das análises ou para que quem me procure se sinta apenas com mais energia, mais saudável.
Assim, costumo fazer várias consultas, de forma a que as pessoas se vão habituando a novos estilos de vida e não a uma dieta que rapidamente termina e que deixa de ter efeito passados uns meses.
Atenção ao que parece barato e sai caro e principalmente à falta de controlo pelas autoridades competentes!
Suplementos sem controlo sanitário e provas de eficácia
por Lusa26 Julho 2010


Os suplementos alimentares não são controlados pelas entidades da Saúde e vários estudos alertam para a falta de dados que comprovem a sua segurança e eficácia na perda de peso, principal motivo que leva à procura crescente destes produtos. Portugal tem 54% de pessoas obesas e é um dos países com mais obesidade infantil.
O número de pessoas obesas ou com excesso de peso tem vindo a aumentar: são já metade dos portugueses. E são cada vez mais aqueles que tentam emagrecer através da ingestão de suplementos alimentares, na maior parte das vezes sem terem conhecimentos acerca do produto ou dos seus efeitos, e sem acompanhamento médico.
Segundo a IMS Health, as vendas de suplementos alimentares em farmácias em parafarmácias aumentaram 1,8% em número de embalagens e 16,7% em valor, na comparação do período entre Julho de 2009 e Junho deste ano com os 12 meses anteriores. De Julho de 2009 até Junho de 2010, foram vendidas 1 224 709 embalagens contra 1 202 742 no período anterior, o que corresponde a 28,831 milhões de euros contra 24,584 milhões.
Estudos realizados na Alemanha e no Reino Unido, recentemente divulgados no Congresso Internacional de Obesidade, na Suécia, não encontraram relação entre os suplementos alimentares e a perda de peso.
No trabalho coordenado por Thomas Ellrot, do Instituto para a Nutrição e Psicologia da Universidade de Gottingen Medical School, "não foi verificada uma diferença estatisticamente significativa na perda de peso comparando suplementos alimentares para perda de peso e placebo" (comprimidos sem efeito).
Também a investigação da Península Medical School da Universidade de Exeter e Plymouth não encontrou "qualquer evidência" de que os suplementos analisados sejam "adequados para a perda de peso".
Em declarações à agência Lusa, o director do Serviço de Endocrinologia do Hospital Militar Principal, João Jácome de Castro, defendeu que "não se pode extrapolar destes estudos para tudo". Há vários tipos de suplementos e alguns podem ser úteis se aconselhados por médicos.
No entanto, "se me perguntar enquanto endócrinologista (...) se me sinto confortável a dar esses suplementos [aos doentes, a resposta é] não", admitiu.
Para as pessoas que querem perder peso, "o essencial é um plano estruturado de alteração de estilo de vida com regras alimentares", o que "tem de ser consubstanciado por uma consulta credível, por um acompanhamento regular", aconselhou o médico endócrinologista, apontando que, "em casos pontuais, alguns daqueles produtos podem ser úteis".
Sem controlo do Ministério da Saúde e do Infarmed
Em Portugal, os suplementos alimentares não passam o crivo do Ministério da Saúde ou do Infarmed: são avaliados pelo Ministério da Agricultura, "de acordo com critérios diferentes", ou seja, o seu impacto na saúde de quem os consome, alerta um especialista.
Assim, é difícil "medir" a eficácia destes produtos na perda de peso e os efeitos que podem ter na saúde, disse o director do Serviço de Endocrinologia do Hospital Militar Principal, João Jácome de Castro.
"Temos de ter uma preocupação de eficácia quando usamos um remédio ou um produto para ajudar a saúde de alguém. Temos de usar um produto que seja eficaz, que vá contribuir para melhorar aquela situação e, tanto quanto isso, que não a vá prejudicar", salientou o especialista, acrescentado que "não passar por aqueles crivos torna mais fácil que estas coisas não aconteçam".
Por outro lado, "temos produtos que podem ser anunciados de quase qualquer forma e cujo valor científico e a segurança são menos rigorosos", alertou João Jácome de Castro.
João Jácome de Castro recordou que, no mercado nacional, "há um único remédio" para perder peso, que "passa pelo crivo do Infarmed" (a Autoridade Nacional do Medicamento), mas deve sempre ser integrado num plano estruturado de acompanhamento médico.
Portugal tem 54% de pessoas obesas e é um dos países com mais obesidade infantil, disse o especialista.
"Há cada vez mais obesidade e mais excesso de peso. A obesidade cada vez mais condiciona complicações de saúde, hipertensão, diabetes, colesterol, risco de doença cardíaca, risco de cancro", alertou.
Segundo a IMS Health, as vendas de suplementos alimentares em farmácias em parafarmácias aumentaram 1,8% em número de embalagens e 16,7% em valor, na comparação do período entre Julho de 2009 e Junho deste ano com os 12 meses anteriores. De Julho de 2009 até Junho de 2010, foram vendidas 1 224 709 embalagens contra 1 202 742 no período anterior, o que corresponde a 28,831 milhões de euros contra 24,584 milhões.
Estudos realizados na Alemanha e no Reino Unido, recentemente divulgados no Congresso Internacional de Obesidade, na Suécia, não encontraram relação entre os suplementos alimentares e a perda de peso.
No trabalho coordenado por Thomas Ellrot, do Instituto para a Nutrição e Psicologia da Universidade de Gottingen Medical School, "não foi verificada uma diferença estatisticamente significativa na perda de peso comparando suplementos alimentares para perda de peso e placebo" (comprimidos sem efeito).
Também a investigação da Península Medical School da Universidade de Exeter e Plymouth não encontrou "qualquer evidência" de que os suplementos analisados sejam "adequados para a perda de peso".
Em declarações à agência Lusa, o director do Serviço de Endocrinologia do Hospital Militar Principal, João Jácome de Castro, defendeu que "não se pode extrapolar destes estudos para tudo". Há vários tipos de suplementos e alguns podem ser úteis se aconselhados por médicos.
No entanto, "se me perguntar enquanto endócrinologista (...) se me sinto confortável a dar esses suplementos [aos doentes, a resposta é] não", admitiu.
Para as pessoas que querem perder peso, "o essencial é um plano estruturado de alteração de estilo de vida com regras alimentares", o que "tem de ser consubstanciado por uma consulta credível, por um acompanhamento regular", aconselhou o médico endócrinologista, apontando que, "em casos pontuais, alguns daqueles produtos podem ser úteis".
Sem controlo do Ministério da Saúde e do Infarmed
Em Portugal, os suplementos alimentares não passam o crivo do Ministério da Saúde ou do Infarmed: são avaliados pelo Ministério da Agricultura, "de acordo com critérios diferentes", ou seja, o seu impacto na saúde de quem os consome, alerta um especialista.
Assim, é difícil "medir" a eficácia destes produtos na perda de peso e os efeitos que podem ter na saúde, disse o director do Serviço de Endocrinologia do Hospital Militar Principal, João Jácome de Castro.
"Temos de ter uma preocupação de eficácia quando usamos um remédio ou um produto para ajudar a saúde de alguém. Temos de usar um produto que seja eficaz, que vá contribuir para melhorar aquela situação e, tanto quanto isso, que não a vá prejudicar", salientou o especialista, acrescentado que "não passar por aqueles crivos torna mais fácil que estas coisas não aconteçam".
Por outro lado, "temos produtos que podem ser anunciados de quase qualquer forma e cujo valor científico e a segurança são menos rigorosos", alertou João Jácome de Castro.
João Jácome de Castro recordou que, no mercado nacional, "há um único remédio" para perder peso, que "passa pelo crivo do Infarmed" (a Autoridade Nacional do Medicamento), mas deve sempre ser integrado num plano estruturado de acompanhamento médico.
Portugal tem 54% de pessoas obesas e é um dos países com mais obesidade infantil, disse o especialista.
"Há cada vez mais obesidade e mais excesso de peso. A obesidade cada vez mais condiciona complicações de saúde, hipertensão, diabetes, colesterol, risco de doença cardíaca, risco de cancro", alertou.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Performance Desportiva relaccionada com a ingestão vitaminica
Sobre a relação entre o complexo de vitaminas B e os efeitos da sua carência para e os desportitista...o resumo de um artigo de 2006 publicado naInt J Sport Nutr Exerc Meta.
Active individuals lacking in B-vitamins may perform worse during high-intensity exercise and have less ability to repair and build muscle than individuals with nutrient-rich diets.
The B vitamins, which include thiamin, riboflavin, vitamin B6, vitamin B12, and folate (folic acid), are necessary for the body to convert proteins and sugars into energy. They are also used during the production and repair of cells, including red blood cells.
A team of researchers analyzed the diet and athletic performance of several elite athletes, collegiate athletes, and less competitive individuals. Even a marginal deficiency in B-vitamins negatively impacted markers related to cellular repair, efficiency, and immune function.
Exercise-induced stress, increased loss of nutrients (in sweat, urine and feces), and the additional nutrients needed to repair and maintain higher levels of lean tissue mass can all increase an athleteís B-vitamin requirements.
The researchers noted that current national B-vitamin recommendations for active individuals may be inadequate, and that chronic deficiencies could jeopardize athleteís abilities and long-term health. Athletes and individuals with poor and restricted diets should consider supplementation to ensure adequacy.
Kathleen Woolf; Melinda M. Manore. Int J Sport Nutr Exerc Metab 2006(16)5.
Active individuals lacking in B-vitamins may perform worse during high-intensity exercise and have less ability to repair and build muscle than individuals with nutrient-rich diets.
The B vitamins, which include thiamin, riboflavin, vitamin B6, vitamin B12, and folate (folic acid), are necessary for the body to convert proteins and sugars into energy. They are also used during the production and repair of cells, including red blood cells.
A team of researchers analyzed the diet and athletic performance of several elite athletes, collegiate athletes, and less competitive individuals. Even a marginal deficiency in B-vitamins negatively impacted markers related to cellular repair, efficiency, and immune function.
Exercise-induced stress, increased loss of nutrients (in sweat, urine and feces), and the additional nutrients needed to repair and maintain higher levels of lean tissue mass can all increase an athleteís B-vitamin requirements.
The researchers noted that current national B-vitamin recommendations for active individuals may be inadequate, and that chronic deficiencies could jeopardize athleteís abilities and long-term health. Athletes and individuals with poor and restricted diets should consider supplementation to ensure adequacy.
Kathleen Woolf; Melinda M. Manore. Int J Sport Nutr Exerc Metab 2006(16)5.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Zinco...oligoelemento com várias propriedades!
Eu fiz suplementação em Zinco para prevenir o aparecimento de acne...o terror! Mas segundo a revista Prevenir, existem muito mais utilidades para este oligoelemento!
Ora vejam:
Zinco
É bom contra as constipações mas não só. Conheça as propriedades deste oligoelemento
Contra a constipação comum não há cura milagrosa, mas é possível reduzir a duração dos seus sintomas para metade do tempo através da suplementação com suplementos de zinco.Esta foi a conclusão de um estudo norte-americano que administrou a um grupo de 50 pessoas com os primeiros sintomas de constipação (tosse, catarro, congestão nasal, dores de garganta e muco) um comprimido de zinco e deu um placebo a outras 50 com os mesmos sintomas.
Os constipados que tomaram este oligoelemento estiveram doentes cerca de quatro dias, enquanto que os segundos tiveram sintomas durante oito dias. O zinco aumenta as defesas das membranas do nariz e da garganta, zona por onde as bactérias penetram no organismo.
Não é só na prevenção de constipações que o zinco mostra a sua força. Vejamos todas as suas propriedades: é um elemento imprescindível para o crescimento e desenvolvimento do ser humano, estimula o sistema imunológico e contribui para a cicatrização de feridas e prevenção de eczemas.
Para além disso, previne e melhora as doenças da próstata e fertilidade masculina e pode ajudar a tratar a acne e outros problemas de pele.
O défice de zinco é prejudicial?
Entre os problemas provocados pelo défice de zinco no organismo são de destacar as anomalias do crescimento durante a infância e puberdade. Já no caso dos adultos, a falta de zinco provoca problemas de pele seca, eczema, infecções, falta de apetite, diarreias, lentidão na cura de feridas, no crescimento do cabelo e das unhas.
Dose diária recomendada
A dose diária recomendada (DDR) é de 15 mg.
Fontes de zinco
As ostras, o arenque, as carnes de borrego, porco e vitela, as pevides de abóbora e de girassol e alguns lacticínios são fontes importantes.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Suplementos Alimentares...

Cada vez mais nos habituamos a utilizar suplementos alimentares, seja para o que for, quer seja por uma carência, quer seja para reforço.
Estão facilmente ao nosso alcance, em qualquer farmácia, parafarmácia ou ervanária e por vezes esta facilidade de obtenção, leva-nos a pensar que estes produtos são isentos de qualquer risco...
No entanto, em Portugal e ao contrário do que acontece nos EUA, não existe nenhuma entidade que certifique a segurança e eficácia dos suplementos, bem como os padrões de potência e dosagem.
Não são feitos estudos cuidados sobre a eficácia dos suplementos, nem existe uma autorização de venda, tal como acontece com os medicamentos.
Ao tomar qualquer tipo de suplementos nunca nos podemos esquecer da possível interacção que estes possam ter com medicação, doenças cardiovasculares, perda ou ganho de peso, ou até a presença de substâncias proibidas nos suplementos para desportistas.
Assim nunca esquecer verificar se está presente no rótulo:
- Menção da designação dos nutrientes ou substâncias que caracterizem o produto;
- A dose diária recomendada (DDR) do produto;
- A advertencia de que não deve ser excedida a dose diária recomendada;
- A indicação de que os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variados;
- Uma advertência de que os suplementos alimentares devem ser guardados fora do alcance de crianças.
de 28 de Junho:
Um regime alimentar adequado e variado, em circunstâncias normais, fornece a um ser humano todas as substâncias nutrientes necessárias nas quantidades estabelecidas e recomendadas por dados científicos ao seu bom desenvolvimento e à sua manutenção num bom estado de saúde.
Todavia, esta situação ideal não está a ser alcançada em relação a todas as substâncias nutrientes nem a todos os grupos populacionais devido, designadamente, ao estilo de vida.
Os consumidores podem, no entanto, optar por complementar as quantidades ingeridas de algumas substâncias nutrientes através do consumo de suplementos alimentares.
Por isso, tem-se verificado a existência de um número crescente de produtos comercializados como géneros alimentícios que constituem uma fonte concentrada de substâncias nutrientes, as quais são apresentadas como complemento aos nutrimentos ingeridos num regime alimentar
normal.
http://dre.pt/pdf1sdip/2003/06/147A00/37243728.PDF
http://dre.pt/pdf1sdip/2007/08/16100/0558405585.PDF
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